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A semana de domingo, 25/10, a sábado, 31/10/2026, reúne 67 releases com notas técnicas em 14 sistemas. A compilação cobre os sete dias pelo calendário UTC das publicações do GitHub. As versões de 30 e 31/10 foram conferidas na consulta de 31/10 às 22h02 UTC, e a canary.36 do Next.js foi incorporada na recompilação de 02/11.

O n8n prepara migrações de workflows nas pré-releases, enquanto o OpenCode altera imports e dependências dos plugins. O Mautic recebe correções de segurança em três linhas mantidas em paralelo. O Traefik altera a compatibilidade TLS e os limites de cabeçalhos nas versões estáveis, enquanto a candidata 3.8 exige atualização dos recursos Kubernetes. Nos agentes e no Orca, as mudanças concentram-se na preservação das instruções, nas permissões e na continuidade das conversas. Você encontra cada versão dentro do sistema correspondente, com a data e a classificação registradas nas publicações consultadas.

Atualizações em Antigravity CLI

5 versões

As cinco versões relacionam a revisão dos arquivos à continuidade das tarefas. A comparação por turno recebe ajustes de carregamento, os aplicativos sensíveis do Google exigem autorizações próprias e a compactação preserva as instruções dos subagentes. A 1.4.12 acrescenta autenticação opcional para plugins de serviços que aceitam acesso anônimo e corrige a apresentação das tabelas no terminal.

Antigravity CLI 1.4.8

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • Antigravity CLI 1.4.8 — Comparação por turno: /diff apresenta as alterações rastreadas enquanto carrega arquivos não rastreados em segundo plano. Binários e arquivos maiores que 1 MB recebem indicação sem leitura integral. As teclas [ e ] alternam entre turnos.
  • Antigravity CLI 1.4.8 — Continuidade das tarefas: chamadas canceladas ou dirigidas a ferramentas inexistentes retornam como erros. Conversas derivadas por /btw e subagentes não herdam o /goal anterior.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: confira a indicação de um arquivo não rastreado maior que 1 MB e a navegação entre turnos. Numa conversa descartável derivada de outra com objetivo ativo, verifique se esse objetivo permanece inativo.

Antigravity CLI 1.4.9

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Notas da versão

  • Antigravity CLI 1.4.9 — Anexos: a colagem pelo atalho do terminal e o arraste recebem imagens. A colagem remota exige encaminhamento gráfico e uma ferramenta de clipboard compatível. Imagens inválidas recebem um erro específico para preservar as requisições seguintes.
  • Antigravity CLI 1.4.9 — Permissões: comandos com várias linhas respeitam as autorizações permanentes registradas.

Breaking changes

  • Antigravity CLI 1.4.9 — Domínios Google: a aprovação de www.google.com ou cloud.google.com em execute_url deixa de autorizar os aplicativos sensíveis. Automações que acessam Gmail e Docs precisam de aprovação própria. A mesma exigência se aplica ao Drive, ao Accounts e ao Cloud Console.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: numa sessão de homologação, aprove um site geral do Google e solicite acesso ao Drive para conferir a autorização separada. Verifique também o anexo de uma imagem colada pelo terminal.

Antigravity CLI 1.4.10

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Notas da versão

  • Antigravity CLI 1.4.10 — Compactação: /context inclui componentes que acompanham o resumo no próximo prompt. A compactação preserva a tarefa do subagente e o identificador do agente principal, além das dez mensagens mais recentes desse agente.
  • Antigravity CLI 1.4.10 — Terminal e imagens: a apresentação reutiliza o histórico de rolagem. Imagens são limitadas a 2.000 pixels por lado e arquivos PNG grandes podem ser convertidos para JPEG quando isso reduz bastante seu tamanho.

Ponto de Atenção

Um indicador maior após compactar não demonstra crescimento equivalente do resumo. Teste sugerido: atribua uma tarefa a um subagente, execute /compact e confira a instrução preservada. Compare também a captura enviada por /browser numa página de sessão isolada.

Antigravity CLI 1.4.11

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • Antigravity CLI 1.4.11 — Saída estruturada: finished_reason distingue tempo excedido, interrupção e erro nos formatos JSON. O campo fica ausente quando a execução termina normalmente.
  • Antigravity CLI 1.4.11 — Hooks: terminationBehavior: "terminate" permite a um hook PreInvocation encerrar o turno sem chamar o modelo. Uma mensagem local de erro pode fazer o modo -p devolver código diferente de zero.

Correções

  • Antigravity CLI 1.4.11 — Importação de plugins: a importação do Claude Code encontra plugins de marketplace e conserva servidores HTTP de MCP, incluindo cabeçalhos e caminhos relativos à pasta do plugin.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compare uma resposta completa com outra que exceda --print-timeout e confira o tratamento da ausência de finished_reason. Na importação, verifique os avisos para servidores com transporte SSE (Server-Sent Events) legado.

Antigravity CLI 1.4.12

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • Antigravity CLI 1.4.12 — Autenticação de plugins: a propriedade "optional": true em auth.json permite executar comandos sem preencher a chave de API. O serviço precisa aceitar acesso anônimo e aplica os limites correspondentes a esse acesso.

Correções

  • Antigravity CLI 1.4.12 — Tabelas no terminal: as linhas permanecem na área ativa até a tabela estar completa. O histórico recebe as colunas com a largura final, corrigindo bordas desalinhadas e texto repetido durante respostas longas.

Ponto de Atenção

A propriedade não dispensa uma chave exigida pelo serviço. Teste sugerido: configure um plugin de homologação para um serviço com acesso anônimo e execute um comando sem a chave. Confira a resposta e o limite aplicado. Após gerar uma tabela longa, examine o alinhamento das colunas no histórico do terminal.

Atualizações em Claude Code

4 versões

A compactação e o carregamento das políticas recebem correções complementares. Uma sessão precisa consultar as instruções atuais depois de resumir a conversa e aplicar as configurações da organização após autenticar pelo editor.

Claude Code 2.1.311

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Notas da versão

  • Claude Code 2.1.311 — Sessões e instruções: conversas extensas com janela padrão compactam e continuam. O modelo recebe o conteúdo atualizado de MEMORY.md e CLAUDE.md quando esses arquivos foram editados durante a sessão.
  • Claude Code 2.1.311 — Subagentes: servidores MCP (Model Context Protocol) conectados após a inicialização ficam disponíveis ao subagente. Um worktree permanece enquanto outro agente em segundo plano o utiliza.
  • Claude Code 2.1.311 — Runner e saída: self-hosted-runner recebe --hold-idle-file e --max-hold-min. Os formatos JSON utilizam escapes Unicode para determinados caracteres, preservando os valores após a interpretação.

Ponto de Atenção

O runner pode iniciar sem um repositório adicional somente de leitura após determinados erros de acesso. Confira os repositórios disponíveis. Teste sugerido: edite um arquivo de instruções em homologação, compacte a conversa e confira o conteúdo consultado. Nas integrações JSON, compare os valores interpretados.

Claude Code 2.1.312

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • Claude Code 2.1.312 — Políticas e arquivos: o login pelo VS Code restabelece a busca das políticas da organização. A ferramenta Write solicita leitura completa ou edição no próprio arquivo quando o modelo consultou apenas o início de instruções extensas.
  • Claude Code 2.1.312 — Skills e hooks: a descoberta de skills funciona após mudar para uma subpasta. A sessão limita a execução simultânea a 24 hooks de prompt e agente, com até 12 adicionais após ultrapassarem o tempo limite do evento.

Ponto de Atenção

Nomes de modelo desconhecidos no Bedrock, Vertex, Foundry e Mantle utilizam o prompt de sistema reduzido. CLAUDE_CODE_SIMPLE_SYSTEM_PROMPT=0 preserva o completo. Teste sugerido: confira as políticas após o login e uma skill com paths: após mudar de diretório. Compare os prompts num deployment com nome personalizado.

Claude Code 2.1.314

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • Claude Code 2.1.314 — Escrita: permissions.blockWritesOutsideWorkingDirectories faz Write, Edit e NotebookEdit recusarem caminhos externos aos diretórios de trabalho em todos os modos de permissão.

Correções

  • Claude Code 2.1.314 — Automação: claude -p informa o erro e devolve código 1 quando falha na inicialização. O sandbox protege a worktree retomada por --resume ou --continue.
  • Claude Code 2.1.314 — Configurações: arquivos excluídos por --setting-sources deixam de fornecer permissões residuais. Os hooks de Bash também verificam comandos da ferramenta Monitor.

Ponto de Atenção

A restrição de escrita exige configuração explícita. Sessões iniciadas pela web, pelo desktop ou pelo aplicativo móvel podem começar após uma falha no script de preparação, portanto confira as dependências instaladas. Teste sugerido: tente editar um arquivo externo em homologação e provoque uma falha controlada na inicialização para conferir o código de saída.

Claude Code 2.1.316

A release oficial foi publicada em 31/10 como estável.

Novidades

  • Claude Code 2.1.316 — Gateway: pooled_budget define um orçamento mensal compartilhado pelo grupo, adicional ao limite individual. managed.policy_mode: layered combina as políticas correspondentes ao desenvolvedor na ordem configurada.
  • Claude Code 2.1.316 — Subagentes: CLAUDE_CODE_SUBAGENT_EFFORT define o esforço padrão quando nenhuma outra opção o especifica, substituindo a herança do esforço da sessão nessa situação.

Correções

  • Claude Code 2.1.316 — Permissões: sessões --restricted recusam o envio de arquivos externos mesmo quando Read autoriza sua leitura. Listas autoMode.allow sem "$defaults" deixam de recuperar exceções internas pelas configurações do aplicativo ou pela interface.
  • Claude Code 2.1.316 — Shell e retomada: comandos são encerrados no macOS e no Linux quando o programa termina automaticamente. No VS Code, reabrir uma conversa preserva a escolha de aprovar edições manualmente.
  • Claude Code 2.1.316 — Hooks e modelos: hooks de PowerShell iniciados por param, using, atributo ou conversão de tipo podem recusar ações com código 2. O gateway verifica todos os modelos citados na requisição contra as listas de acesso.

Ponto de Atenção

O modo rápido do Opus 4.8 tem remoção anunciada para 30/11/2026. Depois disso, as requisições retornarão erro sem fallback para o modo padrão. As notas orientam migrar para o Opus 5.5 para continuar utilizando o modo rápido. A retirada ainda não foi aplicada nesta versão.

Configurações gerenciadas de Team e Enterprise obtidas pela API da Anthropic valem sem solicitação de aprovação. Teste sugerido: confira a recusa do envio de um arquivo externo em sessão restrita, execute um hook PowerShell que devolva código 2 e retome uma conversa com aprovação manual de edições.

Atualizações em Codex

2 versões

Codex 0.165.0

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável. A versão acrescenta o Vertex AI e corrige a continuidade indevida de tarefas interrompidas.

Notas da versão

  • Codex 0.165.0 — Provedores e sessões: model_provider = "gcp" configura o Google Cloud Vertex AI. O catálogo inclui GPT-6.1 Terra e o seletor permite filtrar sessões por repositório.
  • Codex 0.165.0 — Memória e autorizações: perfis novos utilizam memória v2 por padrão. Sessões novas no terminal respeitam o revisor padrão do servidor quando não há substituição explícita.
  • Codex 0.165.0 — Interrupção: mensagens de agentes na fila não reiniciam tarefas interrompidas nem retomam a execução após a mudança para o modo Plan.

Ponto de Atenção

Os forks de threads anexadas permanecem experimentais e as notas não anunciam migração automática dos perfis existentes para memória v2. Teste sugerido: enfileire uma mensagem de agente numa sessão de homologação, interrompa a tarefa e confira se ela permanece interrompida.

Codex 0.166.0

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Novidades

  • Codex 0.166.0 — Histórico e rede: a seleção pelo teclado recebe busca e movimentos por palavra, linha e página. O comando codex doctor --network-only verifica configuração, conectividade e WebSocket.
  • Codex 0.166.0 — Fila: codex queue --resume retoma conversas descarregadas após enfileirar uma mensagem.

Correções

  • Codex 0.166.0 — Retomada: permissões reconhecidas e contagem de tokens de raciocínio são preservadas ao retomar ou derivar uma conversa. Restaurar uma composição interrompida também conserva imagens locais anexadas.

Ponto de Atenção

As versões de Node.js e Rust citadas nas notas pertencem ao build do Codex, sem anúncio de requisito novo para seus projetos. Teste sugerido: retome uma conversa de homologação com permissões e anexos conhecidos e confira sua preservação. Use o diagnóstico de rede para investigar a conexão do terminal.

Atualizações em Kestra

2 versões

A linha 1.3 corrige a liberação da vaga utilizada por uma execução que falhou. Na linha 2.0, as correções permitem continuar a fila após remover o limite de concorrência e ajustam os estados produzidos pelo encerramento dos subflows.

Kestra 1.3.45

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Correções

  • Kestra 1.3.45 — Execuções: uma execução com falha libera sua vaga. Avaliações simultâneas de triggers com múltiplas condições recebem correção contra disparos duplicados.
  • Kestra 1.3.45 — Consultas: o filtro por tenant permanece fora das condições unidas por OR. A resolução de entradas utiliza os secrets do chamador e o MySQL preserva a correspondência de maiúsculas e minúsculas nos namespaces.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: provoque uma falha num flow com limite de concorrência e confira o início da próxima execução. Consulte também um dashboard com OR em dois tenants de homologação para verificar a separação das execuções.

Kestra 2.0.8

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • Kestra 2.0.8 — Arquivos e cache: o Pebble recebe dataURL. A montagem do arquivo de cache das tarefas utiliza o disco.
  • Kestra 2.0.8 — Fila e subflows: remover o limite de concorrência libera o processamento das execuções em espera. Encerrar a execução principal enquanto ela aguarda um subflow produz KILLED. Encerrar o subflow produz falha na execução principal.
  • Kestra 2.0.8 — Gravações simultâneas: as correções evitam perda de alterações e reversão de exclusões. Exclusões concorrentes recebem HTTP 409.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compare os estados ao encerrar o subflow e a execução principal em testes separados. Remova depois o limite de concorrência de uma fila de homologação e confira a continuidade do processamento.

Atualizações em Mautic

3 versões

As versões das linhas 5 e 6 corrigem sete falhas de segurança. A linha 7 corrige oito, com diferenças na lista, e também recupera comportamentos do editor e dos envios. Os pacotes correspondem a linhas distintas, portanto você precisa selecionar a versão adequada à instalação.

Mautic 5.2.12

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Correções

  • Mautic 5.2.12 — Segurança: a publicação corrige escape da sandbox Twig, desserialização insegura em filtros, injeções de SQL nas consultas de contatos e widgets, leitura arbitrária de arquivos, controle de acesso às estatísticas e redirecionamento aberto em formulários.

Ponto de Atenção

O projeto orienta backup completo e atualização em homologação. Teste sugerido: renderize um tema utilizado na instalação e envie um formulário de teste. Essa conferência funcional complementa a aplicação das correções.

Mautic 6.0.10

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Correções

  • Mautic 6.0.10 — Segurança: a linha 6 recebe as mesmas sete correções descritas para a 5.2.12. Os ajustes impedem a saída da sandbox dos temas e corrigem a desserialização nos filtros. Também corrigem consultas SQL e o acesso indevido a arquivos e estatísticas, além do redirecionamento em formulários.

Ponto de Atenção

Use o pacote da linha 6 após preparar o backup. Teste sugerido: abra um segmento com filtros existentes, confira seus campos personalizados e consulte os widgets do painel em homologação.

Mautic 7.2.2

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Correções

  • Mautic 7.2.2 — Segurança: as oito correções incluem execução remota de código na importação de campanhas e scripts persistidos em campos personalizados HTML. A publicação também corrige o escape da sandbox Twig e injeções de SQL. As demais correções atendem o acesso a arquivos e estatísticas e o redirecionamento dos formulários. A desserialização anunciada nas linhas 5 e 6 não integra esta lista.
  • Mautic 7.2.2 — Emails: descartar um rascunho preserva os campos gravados. Atualizações pela interface de programação preservam o conteúdo dinâmico omitido da requisição. Falhas de lotes parcialmente enviados voltam a ser registradas.
  • Mautic 7.2.2 — Editor: instalações via Composer recebem os arquivos compilados do GrapesJS e os pacotes incluem o componente de validação de links de email.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: após atualizar uma cópia de homologação com backup, altere e descarte um rascunho para conferir os campos preservados. Atualize outro email omitindo seu conteúdo dinâmico e verifique a preservação. Abra também o editor numa instalação via Composer.

Atualizações em n8n

15 versões

As quinze publicações atendem linhas mantidas em paralelo. As versões 1.123.x, 2.44.7 e 2.45.x estão classificadas como estáveis nas consultas registradas. As linhas 2.46 e 3.0 permanecem em pré-release. A numeração 3.0.0, por si só, não indica disponibilidade estável.

n8n 1.123.88

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Correções

  • n8n 1.123.88 — SQLite: a trava de escrita é liberada quando a conexão falha ao abrir. O certifi do task runner também recebe atualização para 2026.10.23.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: reproduza uma falha de abertura da conexão de escrita em homologação e confira se uma execução volta a gravar após restabelecer o acesso.

n8n 1.123.89

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Correções

  • n8n 1.123.89 — Nodes: o Google Drive Node corrige a paginação indefinida em requisições à versão 1 da interface de programação. O MCP Server Trigger Node remove sessões ociosas para corrigir um vazamento de memória.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: consulte várias páginas no Google Drive Node e confira o encerramento. Acompanhe também a remoção de uma sessão ociosa no MCP Server Trigger Node. As notas não informam o intervalo dessa remoção.

n8n 1.123.90

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Notas da versão

  • n8n 1.123.90 — Convites e Drive: a aceitação de convites exige token assinado. O Google Drive Trigger Node consulta diretamente o item monitorado, substituindo a listagem de alterações.

Ponto de Atenção

As notas não explicam o tratamento dos convites anteriores. Teste sugerido: confira a aceitação de um convite válido e a recusa de um token adulterado. Altere um item acompanhado pelo Google Drive Trigger Node e confirme o disparo.

n8n 1.123.91

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Correções

  • n8n 1.123.91 — Code node: expressões no formato $('Node') recuperam a saída legada do Code node, corrigindo o retorno null.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: execute uma cópia do workflow afetado e compare o resultado produzido pelo Code node com o conteúdo recebido pela expressão que o consulta.

n8n 2.44.7

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Correções

  • n8n 2.44.7 — Subworkflows e integrações: falhas de verificação anteriores à execução acionam o workflow de erro. O Email Trigger (IMAP) Node aumenta a espera após reconexões encerradas pelo servidor. O Microsoft SharePoint Node corrige o erro 403 no mapeamento e os itens vazios em Map Automatically.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: provoque uma falha de verificação num subworkflow de homologação e confira o workflow de erro. Compare as colunas e os itens retornados por uma lista de teste do SharePoint.

n8n 2.45.4

A release oficial foi publicada em 26/10 e confirmada como estável na reconsulta de 27/10.

Notas da versão

  • n8n 2.45.4 — Migração e sandboxes: o relatório permite filtrar workflows por projeto. Ambientes removidos do n8n-sandbox são recriados com nova preparação do workspace.
  • n8n 2.45.4 — Subworkflows e Nodes: a versão compartilha as correções do workflow de erro, da reconexão IMAP e do mapeamento do SharePoint descritas na 2.44.7.

Ponto de Atenção

O link para a documentação da versão 3 não representa migração obrigatória nesta publicação. Teste sugerido: confira os workflows de um projeto conhecido no relatório e a recriação de uma sandbox descartável.

n8n 2.45.5

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Notas da versão

  • n8n 2.45.5 — Expressões: o QuickJS preserva undefined e os builds minificados mantêm o nome ExpressionError.
  • n8n 2.45.5 — Telemetria e editor: os prefixos dos atributos personalizados do OpenTelemetry são configuráveis. O canvas corrige a abertura do menu próprio do Safari.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: confira uma expressão que retorne undefined e outra que produza ExpressionError. Se alterar os prefixos, verifique os atributos recebidos pelo serviço de telemetria.

n8n 2.45.6

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Correções

  • n8n 2.45.6 — Fila e editor: execuções em fila registram o cálculo dinâmico do tempo economizado. Os ícones recebem alinhamento na barra lateral compacta.

Ponto de Atenção

O registro do tempo economizado não descreve redução na duração do workflow. Teste sugerido: execute um workflow de homologação com esse cálculo dinâmico em fila e confira o valor gravado.

n8n 2.45.7

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Correções

  • n8n 2.45.7 — Permissões: as rotas de workflow exigem execution:read para consultar o histórico de execução.
  • n8n 2.45.7 — Expressões: o IMAP Trigger resolve expressões após ativar o workflow. Objetos com a propriedade __isError são preservados como conteúdo recebido.

Ponto de Atenção

Consultas feitas por perfis sem execution:read podem ser recusadas após atualizar. Teste sugerido: compare a leitura de execuções com dois perfis de permissões diferentes e confira um disparo de email com expressões no IMAP Trigger.

n8n 2.46.0

A release oficial foi publicada em 27/10 como pré-release.

Notas da versão

  • n8n 2.46.0 — Migração e agentes: o relatório recebe exportação CSV e filtro por projeto. O Assistant limita alterações ao projeto da conversa e confere execution:read ao consultar execuções.
  • n8n 2.46.0 — Continuidade: a troca do líder reativa execuções em espera. Cancelamentos encerram novas tentativas de Nodes e lotes do HTTP Request Node.

Breaking changes

  • n8n 2.46.0 — Edit Image e chat: as versões 1 e 1.1 do Edit Image Node são removidas e exigem migração para a versão 2. A configuração padrão desativa o Chat Hub, exigindo conferir sua habilitação nas instalações que utilizam o módulo.

Ponto de Atenção

As notas utilizam N8N_NODES_API_VERSION 3 e incluem o LangChain Code Node no diagnóstico de remoções. Teste sugerido: exporte o relatório de uma cópia da instalação, confira pacotes comunitários e compare as imagens geradas após a migração. Verifique a leitura pelo Assistant com um perfil sem execution:read.

n8n 2.46.1

A release oficial foi publicada em 28/10 como pré-release.

Correções

  • n8n 2.46.1 — Relatório e expressões: as entradas de Nodes removidos e do Edit Image recebem ajustes no relatório. O QuickJS preserva undefined e os builds minificados mantêm ExpressionError.

Ponto de Atenção

O ajuste do relatório não anuncia outra remoção. Teste sugerido: confira os apontamentos de um workflow com Edit Image e compare o resultado de uma expressão que retorne undefined.

n8n 2.46.2

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Notas da versão

  • n8n 2.46.2 — Fila: trabalhos novos são entregues a um worker ocioso por vez, em alternância. A consulta inclui trabalhos na lista de atribuição e o registro preserva o cálculo dinâmico de tempo economizado.
  • n8n 2.46.2 — Permissões e migração: rotas vinculadas ao workflow exigem execution:read. O relatório identifica o projeto de cada workflow e sincroniza novamente a tabela de apontamentos após atualizar.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: confira a distribuição numa instalação de homologação com vários workers. Compare a leitura de execuções por perfis com e sem a permissão exigida e o projeto exibido no relatório.

n8n 2.46.3

A release oficial foi publicada em 30/10 como pré-release.

Notas da versão

  • n8n 2.46.3 — Migração: os apontamentos incluem instruções para corrigir o workflow e o relatório identifica seu projeto. Um intervalo de espera limita o reenvio de avisos aos proprietários.
  • n8n 2.46.3 — Expressões: a versão também corrige a avaliação no IMAP Trigger após ativar o workflow e preserva objetos com __isError.

Ponto de Atenção

A orientação do relatório precisa ser conferida na execução da automação. Teste sugerido: abra um apontamento, aplique a correção numa cópia do workflow e compare seu resultado com o comportamento esperado.

n8n 3.0.0

A release oficial foi publicada em 27/10 como pré-release.

Notas da versão

  • n8n 3.0.0 — Migração: o relatório recebe exportação CSV e tratamento por projeto. O Edit Image Node versão 2 utiliza napi-rs/canvas.
  • n8n 3.0.0 — Assistant e execuções: leituras exigem execution:read e respeitam a ocultação configurada. A troca do líder reativa execuções em espera e falhas prévias dos subworkflows acionam o workflow de erro.

Breaking changes

  • n8n 3.0.0 — Nodes e chat: workflows com Edit Image 1 ou 1.1 exigem migração para a versão 2. O Chat Hub fica desativado na configuração padrão e sua habilitação precisa ser conferida.

Ponto de Atenção

Confira os pacotes comunitários com a interface de Nodes versão 3 e o LangChain Code Node indicado pelo relatório. As remoções de Run once for each item e Any workflow foram revertidas nas notas. Teste sugerido: compare uma transformação de imagem conhecida após migrar uma cópia da instalação e confira o acesso ao chat.

n8n 3.0.1

A release oficial foi publicada em 28/10 como pré-release.

Notas da versão

  • n8n 3.0.1 — Expressões e editor: o QuickJS preserva undefined e o build minificado mantém ExpressionError. A primeira abertura do editor recebe ajuste de carregamento, sem medição publicada. O canvas corrige a interação com o menu do Safari.

Ponto de Atenção

Estas correções conservam a necessidade de conferir a migração da 3.0.0. Teste sugerido: execute os workflows de homologação com as expressões afetadas e compare o menu do canvas no Safari.

Atualizações em Next.js

9 versões

As nove publicações pertencem ao canal canary. Os ajustes combinam renderização, persistência do cache e processamento do Turbopack. A padronização dos loaders assíncronos entra na canary.31, é revertida na .32 e retorna na .34. A .35 recupera a correção de caminhos localizados nos projetos que combinam os dois roteadores, e a .36 atualiza a revisão do React e resolve uma única vez as informações de cada módulo no grafo do Turbopack. Você pode comparar a mesma aplicação entre versões, mantendo o runtime e as dependências constantes durante cada teste.

Next.js 16.5.0-canary.28

A release oficial foi publicada em 26/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.28 — Turbopack: minServerChunkSize e maxMergeServerChunkSize configuram o agrupamento dos arquivos do servidor. Loaders do webpack recebem suporte a fs.stat.
  • Next.js 16.5.0-canary.28 — Respostas HTML: a versão corrige Cache Components no modo de rascunho, documentos incompletos em Server Actions e respostas mantidas abertas após erro em 'use cache'.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: confira uma página em modo de rascunho e provoque um erro controlado em 'use cache' para verificar o encerramento da resposta. Compare também o documento retornado por uma Server Action com navegação entre documentos.

Next.js 16.5.0-canary.29

A release oficial foi publicada em 27/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.29 — Cache: o armazenamento recebe persistência em Docker. Conteúdos inteiramente estáticos da renderização parcial ficam no cache do sistema de arquivos, com relógio monotônico nas entradas e revalidações.
  • Next.js 16.5.0-canary.29 — Raízes adicionais: o Turbopack detecta o armazenamento virtual global do pnpm e corrige loaders do webpack para arquivos numa raiz adicional.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: repita o build num ambiente Docker com cache preservado e confira sua reutilização. Num projeto com loader do webpack, verifique a transformação do arquivo localizado numa raiz adicional.

Next.js 16.5.0-canary.30

A release oficial foi publicada em 28/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.30 — Agent Feedback: relatos incluem metadados do modelo e recebem uma ferramenta de terminal para revisão. A configuração acrescenta experimental.hydrationChangeEvent, sem detalhar seu contrato nas notas.
  • Next.js 16.5.0-canary.30 — Turbopack: a compilação acompanha alterações após erros de formato nos arquivos de rastreamento. Leituras grandes de batch_get recebem execução paralela.

Ponto de Atenção

A flag de hidratação permanece experimental. Teste sugerido: reproduza um erro de formato em homologação, corrija o arquivo e confira a retomada da compilação.

Next.js 16.5.0-canary.31

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Melhorias

  • Next.js 16.5.0-canary.31 — Compilação: funções auxiliares de page-data carregam sob demanda em build/utils. O Turbopack padroniza a representação interna da disponibilidade dos loaders assíncronos.

Ponto de Atenção

As notas não publicam medições nem mudança na configuração pública dos loaders. Teste sugerido: compare a canary.30 e a canary.31 com as mesmas condições de cache e confira as páginas geradas antes de interpretar o tempo do build.

Next.js 16.5.0-canary.32

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.32 — Respostas e metadados: route handlers e buscas deduplicadas tratam respostas 204 sem as paralisações descritas nas notas. O adaptador conserva a revalidação de metadados pré-renderizados.
  • Next.js 16.5.0-canary.32 — Turbopack: a padronização dos loaders assíncronos introduzida na canary.31 é revertida. A resolução da raiz dos pacotes trata caminhos terminados em barra.
  • Next.js 16.5.0-canary.32 — Projetos novos: o create-next-app utiliza App Router e remove a pergunta sobre essa escolha.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: consulte uma rota que devolva 204, confira o encerramento da resposta e verifique metadados após revalidar. Compare o build com a canary.31 para avaliar a reversão no Turbopack.

Next.js 16.5.0-canary.33

A release oficial foi publicada em 30/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.33 — Inspeção de erros: o framework evita modificar a inspeção quando os source maps estão desativados.
  • Next.js 16.5.0-canary.33 — Turbopack: ChunkGroupInfo::chunk_groups armazena os grupos numa estrutura Vec. A mudança é interna e não anuncia uma nova configuração pública.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compare a apresentação de um erro conhecido com os source maps desativados numa cópia do projeto. Confira também a conclusão do build antes de interpretar qualquer diferença de duração, pois as notas não apresentam medições de desempenho.

Next.js 16.5.0-canary.34

A release oficial foi publicada em 30/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Next.js 16.5.0-canary.34 — Compilação: a versão corrige o build após a mudança de chunk_groups para Vec e evita encerramentos por panic causados por índices transitórios dos grupos.
  • Next.js 16.5.0-canary.34 — Loaders assíncronos: a padronização da representação de disponibilidade retorna ao Turbopack após sua reversão na canary.32.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compare os builds das canaries .33 e .34 com as mesmas dependências e condições de cache. Num projeto que reproduza a falha dos índices, confira a conclusão da compilação e a ausência do panic.

Next.js 16.5.0-canary.35

A release oficial foi publicada em 31/10 como pré-release.

Melhorias

  • Next.js 16.5.0-canary.35 — Turbopack: a compilação descarta as árvores sintáticas dos módulos removidos por tree shaking. A entrada de cliente do Pages Router só é acrescentada quando existem rotas desse tipo.

Correções

  • Next.js 16.5.0-canary.35 — Cache e rotas: a pré-renderização trata erros capturados em funções com use cache. Retorna também a correção da correspondência de caminhos do App Router com a internacionalização do Pages Router.
  • Next.js 16.5.0-canary.35 — Compilação: inconsistências nos grupos de chunks produzem mensagens de erro em lugar de panic. A limpeza dos clones de resposta trata erros de cancelamento.

Ponto de Atenção

As mudanças internas do Turbopack não vêm acompanhadas de medição pública de desempenho. Teste sugerido: confira a pré-renderização de uma rota que capture um erro de use cache. Num projeto com os dois roteadores, compare o acesso aos caminhos localizados.

Next.js 16.5.0-canary.36

A release oficial foi publicada em 31/10 às 23h42 UTC como pré-release.

Melhorias

  • Next.js 16.5.0-canary.36 — React: o framework incorpora a revisão de 31/10/2026 do React, após a atualização intermediária para a revisão de 30/10. As notas não detalham as mudanças internas dessas revisões.
  • Next.js 16.5.0-canary.36 — Turbopack: a resolução das informações associadas a cada módulo ocorre uma única vez durante a construção do grafo de módulos.

Ponto de Atenção

Esta versão permanece em pré-release e as notas não apresentam medição de desempenho. Teste sugerido: compile o mesmo projeto com a canary.35 e a canary.36, compare os diagnósticos do Turbopack e confira a renderização das páginas após a atualização do React. Preserve as mesmas configurações nas duas execuções para comparar os resultados.

Atualizações em Node.js

3 versões

Node.js 24.22.2

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável, na linha Krypton LTS (Long Term Support).

Correções

  • Node.js 24.22.2 — Streams: ao retomar uma escrita em espera no TransformStream, transform() e flush() utilizam os valores do AsyncLocalStorage associados à escrita, substituindo os valores da leitura utilizados incorretamente.

Ponto de Atenção

A versão também incorpora backports do V8 sem explicar seus efeitos individuais. Teste sugerido: compare valores distintos no AsyncLocalStorage da escrita e da leitura ao retomar escritas adiadas.

Node.js 26.13.0

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Novidades

  • Node.js 26.13.0 — Lithium LTS: a linha 26 inicia o suporte estendido e atualiza os metadados de identificação. A publicação não acrescenta mudanças funcionais à 26.12.1.

Ponto de Atenção

Os binários oficiais Linux dependem de libatomic desde a linha 25. Teste sugerido: confira node --version e node -p 'process.release.lts' no ambiente de homologação. Ao migrar de uma linha anterior, verifique a disponibilidade dessa biblioteca.

Node.js 27.0.0-alpha.0.0.0

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Novidades

  • Node.js 27.0.0-alpha.0.0.0 — Runtime: o V8 15.6.75.13 habilita Math.sumPrecise() e novos métodos de iteradores. O módulo experimental net/promises oferece uma interface baseada em promises.

Breaking changes

  • Node.js 27.0.0-alpha.0.0.0 — Memória: Buffer e ArrayBuffer entram no limite do heap. Sem --max-old-space-size, o padrão corresponde à metade da memória física, entre 256 MB e 4 GB. Aplicações ajustadas ao comportamento anterior precisam conferir o consumo e configurar o limite.
  • Node.js 27.0.0-alpha.0.0.0 — Serialização: versões anteriores não leem o novo formato de serialização. Confira os processos que consomem arquivos produzidos por v8.serialize() antes de trocar o runtime.
  • Node.js 27.0.0-alpha.0.0.0 — HTTP e inicialização: req.headers utiliza protótipo nulo e o keep-alive padrão sobe para 65 segundos. Remova --no-experimental-websocket dos comandos e substitua as flags --experimental-wasm-<name> por --wasm-<name>.

Ponto de Atenção

A alpha também encerra suporte a engines do OpenSSL e à construção do provedor FIPS incluído. O suporte ao macOS Intel recebe classificação experimental. Os snapshots do heap incluem objetos internos e fontes completas dos scripts. As notas estimam o dobro do tempo de geração e do tamanho desses arquivos, condição que você precisa considerar ao investigar consumo de memória.

Teste sugerido: execute a suíte numa cópia do ambiente com carga que utilize buffers, confira os consumidores de conteúdo serializado e exercite o acesso aos cabeçalhos. O changelog completo da transição do V8 ainda é anunciado como futuro.

Atualizações em Omarchy

1 versão

Omarchy 4.5.0-rc2

A release oficial foi publicada em 27/10 como pré-release. A versão candidata reorganiza os workspaces por monitor e oferece janelas flutuantes com dock.

Notas da versão

  • Omarchy 4.5.0-rc2 — Desktop: cada monitor recebe seus workspaces. A interface oferece 50 idiomas e notificações com ações pelo teclado.
  • Omarchy 4.5.0-rc2 — Inicialização: atualizações preservam root= na imagem do kernel. A restauração de fábrica corrige a preservação das entradas de outros sistemas.

Breaking changes

  • Omarchy 4.5.0-rc2 — Limine: o menu aguarda um segundo. Para selecionar outra entrada ou snapshot, pressione uma tecla durante a inicialização ou configure um tempo maior em timeout: de /boot/limine.conf.
  • Omarchy 4.5.0-rc2 — Teclado: Activity utiliza Super + Shift + T e a rede utiliza Super + Ctrl + N. As combinações de Super + Tab ficam restritas ao monitor atual. Nos terminais, copiar e colar com Super envia combinações baseadas em Ctrl + Shift.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: utilize uma máquina de homologação com snapshot recuperável. Confira o acesso ao Limine após reiniciar e compare os atalhos personalizados com a navegação em dois monitores.

Atualizações em OpenCode

7 versões

A linha 2.2 amplia o desktop e introduz alterações de compatibilidade para integrações e plugins. A 1.19.5 corrige uma falha específica do worker e pertence a outra linha. As notas não a apresentam como continuação da 2.2.0.

OpenCode 1.19.5

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Correções

  • OpenCode 1.19.5 — Worker do terminal: requisições que falham retornam um erro ao processo solicitante, corrigindo a espera indefinida.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: reproduza uma falha conhecida de requisição ao worker em homologação e confira o erro recebido. Mantenha essa comparação vinculada à linha 1.19.

OpenCode 2.2.0

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • OpenCode 2.2.0 — Plugins e instruções: o desktop recebe plugins experimentais. ctx.session.instructions.entry.put/list/remove mantém entradas por chave que sobrevivem à compactação e à reversão.
  • OpenCode 2.2.0 — Arquivos e ferramentas: mover um arquivo para o próprio caminho preserva seu conteúdo. Chamadas aguardam o recarregamento dos plugins para evitar catálogos incompletos.

Breaking changes

  • OpenCode 2.2.0 — Imports: a raiz de @opencode/ai exporta a interface Promise. Imports Effect precisam utilizar @opencode/ai/effect e o caminho removido @opencode/ai/promise precisa ser substituído pela raiz.
  • OpenCode 2.2.0 — Plugins e automações: plugins exigem @opentui/core e @opentui/solid 0.7.0, com hooks de renderização definidos no construtor. A publicação da GitHub Action foi encerrada e workflows que a utilizam precisam remover a referência.

Ponto de Atenção

Plugins OpenTUI 0.6 falham ao instalar até atualizar as dependências. Teste sugerido: compile as integrações com os novos imports e confira a instalação e os hooks de um plugin atualizado. Os plugins do desktop continuam experimentais.

OpenCode 2.2.1

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Notas da versão

  • OpenCode 2.2.1 — Objetivos: /goal <objective> mantém o trabalho com revisão automática de progresso. /goal pause, /goal resume e /goal clear controlam a execução.
  • OpenCode 2.2.1 — Recursos experimentais: experimental.schedules habilita agendamentos e experimental.image_generate habilita geração e edição de imagens. O desktop permite acompanhar a saída e encerrar shells em segundo plano pelo indicador de atividade.
  • OpenCode 2.2.1 — Requisições: restrições temporárias do provedor recebem novas tentativas, sem serem confundidas com excesso da janela de contexto do modelo.

Breaking changes

  • OpenCode 2.2.1 — Provedores da biblioteca: imports de fal, Black Forest Labs, Replicate e Stability são removidos de @opencode/ai. Integrações que os utilizam precisam substituir esses módulos.
  • OpenCode 2.2.1 — Caminhos e tipos: ./providers/amazon-bedrock-mantle muda para ./providers/amazon-bedrock/mantle. Os caminhos Google Vertex passam para subdiretórios sob ./providers/google-vertex/. A entrada de configure() utiliza Config, exigindo atualizar tipos como Groq.LanguageModelOptions para Groq.Config.

Ponto de Atenção

Essas incompatibilidades pertencem ao uso direto de @opencode/ai, conforme as notas. Teste sugerido: atualize os imports afetados e rode a checagem de tipos e os testes dos provedores utilizados. Numa sessão de homologação, pause e retome um objetivo curto.

OpenCode 2.2.2

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Notas da versão

  • OpenCode 2.2.2 — Imagens: a ferramenta experimental_image_generate fica disponível por padrão quando há um provedor compatível conectado. experimental.image_generate.model permite escolher o modelo, alterando a ativação manual da 2.2.1.
  • OpenCode 2.2.2 — Sessões e anexos: derivar ou importar uma sessão preserva a mídia. Falhas ao gravar anexos aparecem no desktop e clicar na branch abre o seletor de worktrees.
  • OpenCode 2.2.2 — Agendamentos: client.experimental.schedule.create recebe entradas if e until, com resultados das verificações do agendamento.

Ponto de Atenção

As migrações de imports da 2.2.1 continuam aplicáveis. Teste sugerido: derive uma sessão com mídia, confira os anexos e verifique a disponibilidade da ferramenta de imagem após conectar um provedor compatível.

OpenCode 2.2.3

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • OpenCode 2.2.3 — Claude Agent: o provedor utiliza o login e os modelos do Claude Code. A conexão exige instalar o Claude Code, executar claude auth login e selecionar Claude Agent em /connect.
  • OpenCode 2.2.3 — Agendamentos: as verificações experimentais aceitam JavaScript em Code Mode, com estado persistente e chamadas de ferramentas autorizadas estaticamente.

Correções

  • OpenCode 2.2.3 — Desktop: as abas do painel lateral voltam a fechar e Open file funciona novamente pelo aplicativo web em HTTP. A apresentação das conversas longas também realiza menos trabalho durante as respostas.
  • OpenCode 2.2.3 — Autorizações e verificações: falhas de MCP preservam a justificativa e o retorno da autorização. Verificações agendadas inválidas são recusadas na criação ou pausadas quando já existem.

Breaking changes

  • OpenCode 2.2.3 — Plugins de terminal: @opencode/plugin exige @opentui/core e @opentui/solid 0.8.0 ou posteriores. Os componentes internos de ScrollBox utilizam objetos de fachada. Plugins com RenderContext próprio precisam implementar clock e onAnimationTick.
  • OpenCode 2.2.3 — Políticas gerenciadas: integration.use autoriza somente perfis de integrações. Servidores MCP, skills e plugins utilizam mcp.use, skill.use e plugin.use. Os prefixos antigos são convertidos automaticamente, mas autorizações amplas de integration.use precisam ser revistas para abranger esses recursos.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compile um plugin com OpenTUI 0.8 e confira separadamente a autorização de um servidor MCP e de uma skill. No desktop, feche uma aba do painel lateral e abra um arquivo pelo aplicativo web em HTTP. Depois de autenticar o Claude Code, verifique a conexão Claude Agent numa sessão de homologação.

OpenCode 2.2.4

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • OpenCode 2.2.4 — Artefatos: experimental.artifacts em opencode.json habilita ferramentas para criar e manter arquivos HTML ou estáticos. O provedor local disponibiliza esses arquivos e plugins podem fornecer outros destinos.

Melhorias

  • OpenCode 2.2.4 — Terminais: os terminais do desktop pertencem à sessão e preservam nomes personalizados e histórico de rolagem após reiniciar o servidor. A interface de terminal e outras janelas compartilham esses terminais.
  • OpenCode 2.2.4 — Agendamentos: tarefas habilitadas executam sob opencode serve. A coordenação entre processos mantém um único disparo por agendamento.
  • OpenCode 2.2.4 — Claude Agent: a seleção do provedor orienta a instalação do Claude Code, o login e a conferência da conexão.

Correções

  • OpenCode 2.2.4 — Configuração e rede: propriedades locais, de projeto e remotas podem substituir as fornecidas pelo Console. Requisições ao serviço local ignoram proxies definidos no ambiente.

Ponto de Atenção

Artefatos e agendamentos exigem ativação experimental. Teste sugerido: renomeie um terminal de homologação, produza algumas linhas de saída e reinicie o servidor. Confira o nome e o histórico recuperados. Avalie também o disparo de uma tarefa de teste com dois processos do servidor. A persistência anunciada não descreve a recuperação após reiniciar o sistema operacional.

OpenCode 2.2.5

A release oficial foi publicada em 30/10 às 23h17 UTC como estável.

Novidades

  • OpenCode 2.2.5 — Compactação: compaction.buffer aceita uma porcentagem, como "20%", em opencode.json. Você pode usar a mesma proporção com modelos de janelas diferentes, mantendo disponível a configuração por quantidade de tokens.
  • OpenCode 2.2.5 — Desktop: Cmd+Alt+O no macOS e Ctrl+Alt+O no Windows e no Linux abrem a escolha de worktree. As combinações correspondentes com B selecionam a branch de referência.

Correções

  • OpenCode 2.2.5 — MCP: mensagens stdio maiores que 10 MiB deixam de causar desconexão. Servidores encerrados por inatividade deixam de reiniciar imediatamente.
  • OpenCode 2.2.5 — Janela e raciocínio: a compactação respeita a janela de contexto quando o limite de entrada é maior. Erros de janela do LiteLLM iniciam a compactação, e trocar de modelo ou retomar uma resposta interrompida preserva os blocos de raciocínio.

Ponto de Atenção

Chamadas a bash utilizam shell com as mesmas permissões, mas uma ferramenta de plugin chamada bash conserva a preferência. Teste sugerido: configure compaction.buffer como "20%" e compare a compactação com dois modelos. Num servidor MCP de homologação, envie uma mensagem stdio maior que 10 MiB e confira a continuidade da conexão.

Atualizações em OpenScreen

2 versões

OpenScreen 2.2.0-rc.1

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Novidades

  • OpenScreen 2.2.0-rc.1 — Edição: anotações recebem faixas empilhadas e mudanças de layout podem utilizar transições. A integração MCP exporta áudio do projeto ou de uma faixa para WAV ou M4A.

Correções

  • OpenScreen 2.2.0-rc.1 — Exportação: o MP4 temporário é validado antes de substituir o destino. Clipes de câmera ilegíveis e saídas vazias são recusados.
  • OpenScreen 2.2.0-rc.1 — Áudio: a narração considera a duração original da linha do tempo. A reprodução mantém a sincronização nos segmentos com velocidade alterada.

Ponto de Atenção

As notas acumulam registros de versões anteriores e testes de desenvolvimento. Teste sugerido: numa cópia de projeto, combine anotações e uma transição, grave a narração e compare o vídeo exportado com a prévia. Confira também a duração de uma faixa exportada pelo MCP.

OpenScreen 2.2.0-rc.2

A release oficial foi publicada em 31/10 como pré-release, com mudanças descritas em relação à rc.1.

Correções

  • OpenScreen 2.2.0-rc.2 — macOS: o aplicativo inclui app-update.yml para permitir sua atualização. A geração aceita a configuração de publicação como objeto e dá preferência a mac.publish.
  • OpenScreen 2.2.0-rc.2 — Windows: a atualização utiliza instalação silenciosa e mantém a solicitação do UAC (User Account Control). O assistente permanece quando coexistem instalações por usuário e por máquina ou quando a consulta ao registro falha.

Ponto de Atenção

A correção do atualizador precisa ser conferida durante uma atualização instalada. Teste sugerido: atualize uma instalação de homologação no macOS. No Windows, compare uma instalação única com um computador que tenha as duas modalidades e observe quando o assistente aparece.

Atualizações em Orca

9 versões

As seis versões desktop desenvolvem a recuperação das conversas e o uso remoto. Nas versões 1.4.244 e 1.4.245, terminais abertos conservam o host anterior até seu reinício. As três versões Android têm numeração própria e permanecem em pré-release. A 0.0.61 permite resolver conflitos pelo telefone e corrige a preservação do texto durante a edição e o ditado.

Orca 1.4.240

A release oficial foi publicada em 25/10 como estável.

Notas da versão

  • Orca 1.4.240 — Navegador e portas: o histórico recebe pesquisa e orca ports lista portas detectadas em runtimes compatíveis.
  • Orca 1.4.240 — Recuperação: mensagens retidas reaparecem após reconectar. Subagentes concluídos deixam de exibir atividade e novos terminais aguardam a autenticação SSH (Secure Shell).

Ponto de Atenção

O chat nativo conserva sua classificação experimental nesta versão e a detecção de orca ports permanece restrita aos runtimes compatíveis, sem abranger hosts SSH diretos. Teste sugerido: interrompa e retome uma conversa de homologação para conferir as mensagens e compare as portas detectadas num runtime compatível.

Orca 1.4.241

A release oficial foi publicada em 26/10 como estável.

Notas da versão

  • Orca 1.4.241 — Navegador: DevTools podem ficar dentro do painel. Um indicador mostra cliques e digitação dos agentes na página.
  • Orca 1.4.241 — Conversas: novos chats recebem a permissão de Settings → Agents. O envio é recusado enquanto um terminal ainda pode escrever na mesma conversa. Renomeações permanecem após fechar a aba.
  • Orca 1.4.241 — Conexões: encaminhamentos SSH gravados retornam após reconectar pelo servidor Orca do host.

Ponto de Atenção

Terminais abertos conservam o host anterior. Teste sugerido: compare a permissão de um chat antigo com a de um novo e confira a recusa de escrita simultânea. Reinicie um servidor de teste para verificar o encaminhamento gravado.

Orca 1.4.242

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • Orca 1.4.242 — Subagentes: a navegação abre a transcrição do subagente do Claude no mesmo terminal. Conversas de terminais remotos podem continuar no chat nativo após atualizar o servidor correspondente.
  • Orca 1.4.242 — Autorização: o modo Ask do Codex executa em somente leitura e solicita autorização para editar. Abas pareadas são recuperadas após reiniciar o desktop.

Ponto de Atenção

Trabalhos iniciados conservam a autorização anterior. Servidores pareados precisam da atualização para aplicar o novo comportamento de Ask. Teste sugerido: solicite uma edição num chat novo de homologação e repita num servidor atualizado.

Orca 1.4.243

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Notas da versão

  • Orca 1.4.243 — Continuidade: encerrar Claude ou Codex no terminal permite continuar a conversa no Chat, mantendo a aba aberta. O Claude preserva a aprovação ao trocar de modelo.
  • Orca 1.4.243 — Extensões e workers: extensões do Chrome entram como recurso experimental em perfis locais. O intervalo dos sinais de atividade dos workers pode ser configurado para os próximos workers despachados.

Ponto de Atenção

A continuidade no Chat exige um terminal iniciado no host novo. Extensões ficam desativadas por padrão e algumas não funcionam. Teste sugerido: abra um terminal novo em homologação, encerre o agente e confira a continuação da conversa no Chat.

Orca 1.4.244

A release oficial foi publicada em 29/10 como estável.

Notas da versão

  • Orca 1.4.244 — Editor remoto: áudio e vídeo podem ser reproduzidos. A gravação aceita textos de até 50 MB e pastas grandes carregam itens conforme você percorre a listagem.
  • Orca 1.4.244 — Histórico e terminais: sessões com vários agentes do Codex deixam de aumentar o histórico local para gigabytes. Fechar ou redimensionar um terminal no macOS e no Linux deixa de paralisar os demais.

Ponto de Atenção

A atualização conserva o host da 1.4.243 até reiniciá-lo. O servidor remoto precisa da 1.4.244 para a gravação ampliada. Teste sugerido: grave um texto remoto dentro do limite num servidor de homologação atualizado e compare um terminal preservado com outro após reiniciar o host.

Orca 1.4.245

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Novidades

  • Orca 1.4.245 — Plugins: temas de ícones, realce de sintaxe e editores personalizados ficam disponíveis nas configurações. Plugins que executam código recebem acesso completo ao computador após consentimento.
  • Orca 1.4.245 — Interface de chat: Chat UI nas configurações habilita a nova apresentação. O menu da aba permite alternar entre Chat UI e TUI durante a sessão.
  • Orca 1.4.245 — macOS: agentes controlam aplicativos em segundo plano por padrão. Algumas ações ainda exigem trazer a janela para frente com --restore-window.
  • Orca 1.4.245 — Histórico do Codex: o compartilhamento entre perfis fica habilitado por padrão. Desativá-lo interrompe novos compartilhamentos, sem remover o histórico existente.

Correções

  • Orca 1.4.245 — Terminais e workspaces: consultas preservam distribuições WSL paradas. Nomes de workspace escolhidos por você voltam a definir a branch e as Server Actions funcionam nos endereços locais das worktrees.

Ponto de Atenção

O limite configurável de terminais exige o host atualizado e não encerra terminais existentes. As notas atualizadas orientam habilitar Chat UI nas configurações e ainda identificam os plugins como alpha. Voltar à 1.4.244 redefine escolhas personalizadas de modelo e esforço no Source Control. Uma atualização posterior não recupera essas escolhas.

Teste sugerido: registre essas escolhas, abra um terminal novo e confira o limite. Revise também o consentimento dos plugins e a configuração de compartilhamento do histórico.

Orca 0.0.59 para Android

A release oficial foi publicada em 26/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Orca 0.0.59 — Download e terminal: o Android baixa somente os arquivos alterados e mostra progresso contínuo. A saída preserva trechos que podiam desaparecer, incluindo a restauração após encerrar uma aplicação de terminal em tela inteira.

Ponto de Atenção

As funcionalidades móveis continuam vinculadas à atualização do desktop. Teste sugerido: atualize o desktop de homologação, acompanhe o download no telefone e confira a restauração da tela do terminal.

Orca 0.0.60 para Android

A release oficial foi publicada em 29/10 como pré-release.

Notas da versão

  • Orca 0.0.60 — Arquivos e mensagens: PDFs abrem no visualizador do sistema e a fila permite reordenar mensagens por arraste.
  • Orca 0.0.60 — Navegação e pareamento: o botão Voltar funciona após acessar uma tela nativa. Cada convite inicia uma tentativa própria e os erros aparecem mesmo sem acesso à câmera.

Ponto de Atenção

O limite de tamanho do GitHub truncou as notas, portanto este relato conserva apenas as mudanças móveis identificadas no trecho disponível. Teste sugerido: abra um PDF, retorne pelo botão Voltar e compare um convite de pareamento inválido com um válido.

Orca 0.0.61 para Android

A release oficial foi publicada em 30/10 como pré-release.

Novidades

  • Orca 0.0.61 — Revisão pelo telefone: o aplicativo móvel permite resolver conflitos de código e concluir merges. O chat também mostra imagens armazenadas no desktop pareado.
  • Orca 0.0.61 — Ditado: as palavras aparecem durante a fala e são inseridas na posição do cursor. No modo por toque, um minuto de silêncio encerra a gravação.

Correções

  • Orca 0.0.61 — Edição: falhas de envio preservam o texto digitado após a tentativa anterior. Colagens longas também são conservadas e as anotações de revisão deixam de desaparecer ou reaparecer após a exclusão.
  • Orca 0.0.61 — Markdown: gravar e reabrir um documento conserva as quebras de linha das tabelas, os parágrafos das listas e os blocos de código.
  • Orca 0.0.61 — Ditado interrompido: o botão Voltar encerra a gravação e mantém as palavras reconhecidas. O aplicativo detecta interrupções de conexão e reenvia o áudio perdido.

Ponto de Atenção

As notas reúnem alterações móveis e do desktop. Os recursos exclusivos do iPhone Duo não se aplicam ao Android. Teste sugerido: dite uma mensagem num Android de homologação, interrompa com Voltar e confira o texto preservado. Grave e reabra um documento com tabela e lista. Num repositório de teste, resolva um conflito pelo telefone e confira o merge no desktop pareado.

Atualizações em Spec Kit

2 versões

As duas versões preservam configurações existentes e ampliam a validação das extensões. A reinicialização do projeto precisa manter a numeração das funcionalidades, enquanto hooks e bundles precisam corresponder aos tipos esperados.

Spec Kit 1.2.4

A release oficial foi publicada em 27/10 como estável.

Notas da versão

  • Spec Kit 1.2.4 — Bundles e autenticação: bundles podem referenciar outros bundles e a autenticação aceita credenciais do GitHub CLI.
  • Spec Kit 1.2.4 — Preservação: reinicializar mantém a numeração das funcionalidades. Substituições sem eventos preservam os hooks existentes. Arquivos de exclusão que correspondem a diretórios recebem erro.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: reinicialize um projeto de homologação e compare os identificadores. Aplique uma substituição sem eventos e confira os hooks preservados.

Spec Kit 1.2.5

A release oficial foi publicada em 28/10 como estável.

Notas da versão

  • Spec Kit 1.2.5 — Workflows: a integração MCP permite consultar os workflows instalados.
  • Spec Kit 1.2.5 — Extensões: valores padrão de extension.yml são carregados. Hooks com comandos que não sejam strings e mapeamentos de integração sem id recebem recusa. A integração Vibe preserva os comentários posteriores ao hook gerenciado.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: confira os valores padrão de uma extensão e compare a listagem MCP com a instalação local. Numa cópia descartável, teste um hook com tipo incorreto e um mapeamento sem identificador.

Atualizações em Traefik

3 versões

As duas versões estáveis mudam limites de cabeçalhos e compatibilidade TLS (Transport Layer Security). A candidata 3.8 acrescenta alterações na Gateway API do Kubernetes. Você precisa conferir a linha instalada antes de aplicar as orientações, pois a recuperação da criptografia antiga difere entre as linhas 2 e 3.

Traefik 2.11.61

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Correções

  • Traefik 2.11.61 — Autenticação: o proxy corrige vazamentos de conexões com backends NTLM e Kerberos.

Breaking changes

  • Traefik 2.11.61 — TLS legado: o Go 1.27 ignora tlsrsakex, tls10server e tls3des em GODEBUG. Backends limitados à troca de chaves RSA ou a 3DES ficam inacessíveis nesta linha e precisam atualizar a criptografia.
  • Traefik 2.11.61 — Cabeçalhos: requisições HTTP/1 e HTTP/2 acima de 500 valores recebem resposta 431. A opção maxHeaderValueCount permite ajustar o limite conforme os clientes atendidos.

Ponto de Atenção

A recusa ocorre antes do roteamento e não aparece no access log. Teste sugerido: compare requisições abaixo e acima do limite e confira a conexão com cada backend legado, conforme o guia de migração.

Traefik 3.7.17

A release oficial foi publicada em 30/10 como estável.

Correções

  • Traefik 3.7.17 — Kubernetes e autenticação: condições do Gateway mantidas por outros controladores são preservadas. O proxy convencional e o FastProxy corrigem vazamentos de conexões NTLM e Kerberos.

Breaking changes

  • Traefik 3.7.17 — Ingress-NGINX: os nomes gerados incluem comprimentos do namespace e do recurso. Atualize referências externas e consultas que utilizam os identificadores anteriores.
  • Traefik 3.7.17 — TLS e cabeçalhos: as opções antigas de GODEBUG deixam de funcionar. Configure cipherSuites e minVersion nos objetos TLS utilizados. Confira também o novo limite de 500 valores de cabeçalhos por requisição.

Ponto de Atenção

Teste sugerido: compare os nomes gerados com o monitoramento, verifique uma conexão TLS com opções explícitas e envie uma requisição acima do limite. O guia de migração detalha esses ajustes.

Traefik 3.8.0-rc.1

A release oficial foi publicada em 30/10 como pré-release.

Novidades

  • Traefik 3.8.0-rc.1 — Roteamento: respondingTimeouts define tempos por roteador. A Gateway API recebe ListenerSet, espelhamento e repetição de requisições HTTPRoute.
  • Traefik 3.8.0-rc.1 — Inspeção: o middleware tap copia requisições e respostas como registros JSON. Os buffers de requisição e resposta podem ser desativados separadamente.

Breaking changes

  • Traefik 3.8.0-rc.1 — Kubernetes: o provedor exige CRDs (Custom Resource Definitions) da Gateway API 1.6.1 e remove suporte à 1.5.x. Atualize as definições e os manifests TCPRoute para gateway.networking.k8s.io/v1.
  • Traefik 3.8.0-rc.1 — Listeners: as conexões HTTPS recebem opções próprias, sem herdar automaticamente as opções TLS padrão. Revise hosts compartilhados, pois conflitos podem desativar roteadores com core.strictTLSOptions habilitado.
  • Traefik 3.8.0-rc.1 — Configuração: utilizar labelSelector junto de gatewayClass produz erro. Migre a seleção para gatewayClass. Strings urn:k8s:configmap:<nome>:<chave> são resolvidas como referências e uma referência inválida remove o Middleware do roteamento.

Ponto de Atenção

ListenerSet e ClusterTrustBundle exigem permissões adicionais. O ClusterTrustBundle também depende de certificates.k8s.io/v1, disponível a partir do Kubernetes 1.37 segundo o guia de migração citado na release.

Teste sugerido: atualize os recursos num cluster de homologação, aplique um TCPRoute v1 e confira dois listeners no mesmo entry point. Utilize o tap com tráfego de teste, pois ele copia o conteúdo das mensagens. Consulte o guia de migração para os requisitos da candidata.

Conferência das migrações e das sessões

Comece pela versão instalada e pelas integrações utilizadas. No Mautic, selecione o pacote da linha correspondente e prepare o backup e a homologação. No n8n, confira o relatório antes de testar a migração do Edit Image. Projetos que importam @opencode/ai precisam compilar com os caminhos e tipos atualizados antes da conferência funcional dos provedores.

No OpenCode 2.2.3, confira também as dependências do OpenTUI e as autorizações de MCP, skills e plugins. Depois, avalie a persistência dos terminais da 2.2.4 ao reiniciar o servidor. A recuperação do histórico verifica um comportamento diferente da permissão para executar uma ferramenta.

No Traefik, confira os backends e os cabeçalhos antes de atualizar o proxy. A homologação da candidata 3.8 também exige conferir os recursos Kubernetes. Reserve os testes do Node.js 27 para uma cópia do ambiente, com atenção ao consumo de buffers e aos arquivos serializados.

Depois, compare as permissões e a continuidade das sessões nos agentes. A instrução preservada após compactar, a tarefa que permanece interrompida e a autorização solicitada para editar são resultados distintos. No Orca, registre qual host de terminal executa o teste. No Next.js, mantenha a atualização do runtime separada da comparação entre canaries para identificar a mudança responsável pelo resultado.

Para investigar falhas de integração e de sessões com orientação técnica ao vivo, conheça o Desenvolvimento Colaborativo da Dev Side Studio. Para aprofundar esses temas com orientação e aplicação, conheça as formações da Promovaweb.

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