O Traefik publica duas versões estáveis com alterações de compatibilidade TLS e uma candidata da linha 3.8 que exige atualização dos recursos da Gateway API. No n8n, as correções variam conforme a linha instalada: a 1.123.91 recupera saídas legadas do Code node e a 2.45.7 exige permissão para consultar execuções. A pré-release 2.46.3 acrescenta orientação ao relatório de migração.
As ferramentas de agentes também mudam como você acompanha uma execução. O Antigravity CLI identifica respostas parciais na saída estruturada. O Claude Code restringe escrita por diretório e corrige o retorno de falhas no modo não interativo. O Orca habilita plugins e permite controlar aplicativos do macOS em segundo plano.
O OpenCode acrescenta integração com o Claude Code e terminais persistentes, mas exige adaptação de plugins e políticas gerenciadas na 2.2.3. No Next.js, duas canaries corrigem a inspeção de erros e a compilação pelo Turbopack. A canary.34 recupera o ajuste dos loaders assíncronos que havia sido revertido no dia anterior.
As publicações posteriores acrescentam a autenticação opcional de plugins no Antigravity CLI 1.4.12 e a revisão de conflitos pelo telefone no Orca Android 0.0.61. O diário de 30/10/2026 reúne 16 releases com mudanças técnicas descritas pelo calendário UTC do GitHub, sendo onze estáveis e cinco pré-releases. A consulta cobre os 27 repositórios acompanhados até o horário registrado nesta atualização. A conferência realizada em 31/10 inclui também o OpenCode 2.2.5, publicado às 23h17 UTC do dia anterior.
Atualizações em Antigravity CLI
2 versõesO Antigravity CLI acrescenta informações para scripts que consomem a resposta do agente. Uma resposta interrompida pelo tempo máximo pode ser reconhecida no JSON e um hook pode encerrar o turno sem enviar o prompt ao modelo. A importação de plugins também recebe correções para conservar as configurações dos servidores compatíveis.
Na 1.4.12, plugins de serviços com acesso anônimo podem declarar a chave como opcional. A atualização também corrige a apresentação de tabelas longas no histórico do terminal, conservando as colunas até a resposta terminar.
Novidades
- Antigravity CLI 1.4.11 — Saída estruturada:
finished_reasonidentificaprint_timeout,interruptedouerrornos formatosjsonestream-jsonquando o turno termina antecipadamente. O campo fica ausente na conclusão normal. - Antigravity CLI 1.4.11 — Hooks:
terminationBehavior: "terminate"emPreInvocationencerra o turno sem chamar o modelo.errorMessage.userMessageexibe uma mensagem local e faz o modo-pterminar com código diferente de zero. - Antigravity CLI 1.4.11 — Cobrança: o login com Google Cloud permite escolher a assinatura Gemini ou o pagamento por uso.
Melhorias
- Antigravity CLI 1.4.11 — Plugins: o catálogo mostra seis itens por grupo inicialmente.
Ctrl+Eexpande o grupo e[ou]navegam entre grupos.
Correções
- Antigravity CLI 1.4.11 — Importação:
agy plugin import claudeencontra plugins de marketplace e ignora os desativados ou restritos a um projeto. A importação conserva servidores HTTP de MCP (Model Context Protocol) e expande${CLAUDE_PLUGIN_ROOT}.
Ponto de Atenção
Um script que lê finished_reason precisa aceitar sua ausência nas respostas completas. Servidores com transporte SSE (Server-Sent Events) legado recebem aviso durante a importação. Teste sugerido: compare uma execução concluída com outra que exceda --print-timeout e confira a mensagem local de um hook que encerra o turno.
Notas da versão
O Antigravity CLI 1.4.11 foi publicado em 30/10/2026 como estável.
Novidades
- Antigravity CLI 1.4.12 — Autenticação de plugins:
"optional": trueemauth.jsonpermite executar comandos sem definir a chave de API quando o serviço aceita acesso anônimo. As requisições utilizam o limite gratuito desse serviço.
Correções
- Antigravity CLI 1.4.12 — Tabelas: as linhas permanecem na área ativa até a tabela estar completa. O histórico recebe as colunas com a largura final, corrigindo bordas desalinhadas e repetição de texto durante respostas longas.
Ponto de Atenção
A chave opcional não dispensa a autenticação exigida pelo serviço. Teste sugerido: execute um plugin de homologação com acesso anônimo e confira a resposta sem a chave. Depois, examine uma tabela longa no histórico de rolagem após o término da resposta.
Notas da versão
O Antigravity CLI 1.4.12 foi publicado em 30/10/2026 às 21h39 UTC como estável.
Atualizações em Claude Code
1 versãoAs mudanças de permissões alcançam a escrita de arquivos e a execução de comandos nas sessões retomadas. A opção nova precisa ser configurada, mas as correções do sandbox e dos arquivos de configuração excluídos ajustam comportamentos já existentes. Isso torna útil testar tanto uma sessão nova quanto uma worktree retomada.
As integrações com provedores recebem correções para situações específicas: o Bedrock compacta conversas que excedem o tamanho aceito por acumularem muitas imagens. No Foundry, a ausência do deployment padrão permite recorrer a um modelo anterior da mesma família. O anúncio não apresenta esses ajustes como uma migração obrigatória.
Novidades
- Claude Code 2.1.314 — Escrita:
permissions.blockWritesOutsideWorkingDirectoriesfaz Write, Edit e NotebookEdit recusarem caminhos fora dos diretórios de trabalho em qualquer modo de permissão. - Claude Code 2.1.314 — Gateway: a lista
groupsrestringe os upstreams aos desenvolvedores dos grupos indicados no provedor de identidade, inclusive durante failover. - Claude Code 2.1.314 — Amazon Bedrock:
guardrail_traceregistra qual filtro de guardrail atuou numa requisição, sem incluir o texto correspondente. - Claude Code 2.1.314 — Compactação: conversas ociosas com mais de 200 mil tokens podem ser resumidas no VS Code e na aba Code do Claude Desktop. O resumo é utilizado na próxima mensagem quando o cache do prompt expirou.
Melhorias
- Claude Code 2.1.314 — Memória: turnos longos do modo headless e do SDK deixam de manter os resultados de ferramentas de cada subagente na conversa principal até o fim do turno.
- Claude Code 2.1.314 — Histórico:
Ctrl+Rencontra texto dentro de blocos recolhidos de conteúdo colado. Históricos danificados recebem ajustes de tempo e memória na retomada. - Claude Code 2.1.314 — Agendamentos: as tarefas na nuvem da Anthropic carregam os plugins habilitados no perfil claude.ai.
Correções
- Claude Code 2.1.314 — Automação por terminal:
claude -pinforma o erro e devolve código 1 quando falha na inicialização, corrigindo o encerramento com código 0 e sem saída. - Claude Code 2.1.314 — Worktrees: o sandbox é aplicado à worktree acessada por
claude -p --resumeou--continue. - Claude Code 2.1.314 — Configurações: arquivos excluídos por
--setting-sourcesdeixam de fornecer configurações residuais, como permissões salvas. A atualização remota obrigatória continua valendo quando a cópia local das configurações gerenciadas expira. - Claude Code 2.1.314 — Hooks: comandos de shell da ferramenta Monitor passam pelos hooks de Bash. Esses hooks podem recusar ou solicitar autorização, mas não aprovar nem reescrever os comandos.
- Claude Code 2.1.314 — Esforço do modelo: a sessão reduz o nível e tenta novamente quando o administrador limita o esforço permitido. O nível utilizado aparece na resposta.
- Claude Code 2.1.314 — Imagens no Bedrock: conversas com muitas imagens removem as antigas e compactam a sessão para tratar o excesso de tamanho da entrada.
- Claude Code 2.1.314 — Login MCP: o logout deixa de anunciar sucesso quando a credencial não pôde ser removida. Servidores MCP (Model Context Protocol) que aceitam acesso sem login podem continuar sendo utilizados quando o login armazenado falha.
- Claude Code 2.1.314 — Git: a atualização da comparação em segundo plano deixa de tomar a trava do índice, evitando o conflito com comandos simultâneos descrito nas notas.
- Claude Code 2.1.314 — Continuidade automática: o limite de três tentativas sem um novo prompt é respeitado mesmo quando uma tarefa reinicia entre esperas por disponibilidade de uso.
Ponto de Atenção
A restrição de escrita depende da configuração nova. Já as sessões iniciadas pela web, pelo desktop e pelo aplicativo móvel podem começar após um erro no script de preparação. Confira se as dependências esperadas foram instaladas quando esse script falhar.
Interromper uma chamada por Esc ou Stop não comprova ausência de efeitos: o comando pode ter começado a executar. O agente recebe essa informação ao tratar a interrupção.
Teste sugerido: ative permissions.blockWritesOutsideWorkingDirectories numa sessão de homologação e tente editar um arquivo externo. Provoque uma falha controlada na inicialização de claude -p e confira o código 1. Retome uma worktree e verifique se o sandbox conserva as restrições esperadas.
Notas da versão
O Claude Code 2.1.314 foi publicado em 30/10/2026 às 01h06 UTC como estável.
Atualizações em n8n
3 versõesAs três linhas do n8n corrigem situações distintas. Na 1.x, a alteração recupera resultados que uma expressão recebia como null. Na 2.45, a leitura de execuções recebe uma exigência de autorização. A candidata 2.46 mostra instruções de correção junto dos apontamentos de migração. As duas linhas 2.x também corrigem expressões do gatilho de email e objetos com a chave __isError.
Correções
- n8n 1.123.91 — Code node: expressões no formato
$('Node')recuperam a saída legada do Code node, corrigindo o retornonull.
Ponto de Atenção
Teste sugerido: execute uma cópia do workflow afetado e compare a saída do Code node com o resultado da expressão que a consulta. A correção descrita pertence ao formato legado dessa saída.
Notas da versão
O n8n 1.123.91 foi publicado em 30/10/2026 como estável.
Correções
- n8n 2.45.7 — Permissões: as rotas de workflow exigem
execution:readquando consultam o histórico de execução. - n8n 2.45.7 — Email: o IMAP Trigger resolve as expressões após a ativação do workflow.
- n8n 2.45.7 — Expressões: objetos com a propriedade
__isErrorsão devolvidos como conteúdo recebido, sem serem confundidos com erros internos.
Ponto de Atenção
A consulta de execuções por um perfil sem execution:read pode ser recusada após a atualização. Teste sugerido: compare dois perfis de homologação com permissões diferentes. Ative um workflow com expressões no IMAP Trigger e confira o disparo ao receber um email.
Notas da versão
O n8n 2.45.7 foi publicado em 30/10/2026 como estável. A tag stable corresponde à mesma versão.
Novidades
- n8n 2.46.3 — Migração: o detalhamento de cada apontamento inclui instruções para corrigir o workflow afetado.
Melhorias
- n8n 2.46.3 — Relatório: o projeto aparece abaixo do nome do workflow para facilitar a identificação da automação.
Correções
- n8n 2.46.3 — Notificações: um intervalo de espera limita o reenvio dos avisos de migração aos proprietários.
- n8n 2.46.3 — Expressões: a versão corrige a avaliação no IMAP Trigger após a ativação e preserva objetos com
__isErrorcomo conteúdo da expressão.
Ponto de Atenção
Esta publicação permanece em pré-release. Teste sugerido: confira o projeto de um workflow no relatório, abra um apontamento e aplique a orientação numa cópia da automação. A execução dessa cópia permite avaliar o resultado da correção sugerida.
Notas da versão
O n8n 2.46.3 foi publicado em 30/10/2026 como pré-release. A tag beta não representa uma publicação adicional.
Atualizações em Next.js
2 versõesAs duas canaries do Next.js se concentram na apresentação de erros e na compilação. A canary.33 altera a estrutura interna dos grupos de chunks do Turbopack. A canary.34 corrige o build após essa alteração e recupera o ajuste de loaders assíncronos removido na canary.32. Você pode comparar essas publicações num mesmo projeto para verificar a conclusão do build, sem atribuir um ganho de desempenho que as notas não medem.
Melhorias
- Next.js 16.5.0-canary.33 — Turbopack:
ChunkGroupInfo::chunk_groupsutiliza uma estruturaVecpara armazenar os grupos de chunks.
Correções
- Next.js 16.5.0-canary.33 — Erros: o framework evita modificar a inspeção de erros quando os source maps estão desativados.
- Next.js 16.5.0-canary.33 — Testes internos: a publicação corrige testes intermitentes do relógio do cache em disco e a execução das combinações desativadas na integração contínua.
Ponto de Atenção
Esta é uma pré-release, sem migração pública de configuração descrita nas notas. Teste sugerido: compare a apresentação de um erro conhecido com os source maps desativados e execute o build numa cópia do projeto.
Notas da versão
O Next.js 16.5.0-canary.33 foi publicado em 30/10/2026 às 10h08 UTC como pré-release.
Melhorias
- Next.js 16.5.0-canary.34 — Loaders assíncronos: a padronização da representação de disponibilidade retorna ao Turbopack após sua reversão na canary.32.
Correções
- Next.js 16.5.0-canary.34 — Compilação: o build é corrigido após a mudança de
chunk_groupsparaVec. O Turbopack também evita encerramentos por panic causados por índices transitórios dos grupos.
Ponto de Atenção
A publicação permanece em pré-release. Teste sugerido: compare os builds das canaries .33 e .34 com as mesmas dependências e condições de cache. Confira a conclusão da compilação e a ausência do panic num projeto que reproduza a falha.
Notas da versão
O Next.js 16.5.0-canary.34 foi publicado em 30/10/2026 às 11h04 UTC como pré-release.
Atualizações em OpenCode
3 versõesO OpenCode 2.2.3 integra o login do Claude Code e corrige falhas de navegação do desktop. A 2.2.4 acrescenta orientação para configurar esse provedor e preserva os terminais da sessão após reiniciar o servidor. As conversas longas também recebem ajustes para reduzir o trabalho da interface durante as respostas.
A 2.2.5 permite reservar uma porcentagem da janela de contexto para a compactação e corrige desconexões provocadas por mensagens grandes de servidores MCP. Essa atualização também preserva o formato dos blocos de raciocínio ao trocar de modelo ou retomar uma resposta.
Plugins de terminal e políticas gerenciadas têm incompatibilidades documentadas na 2.2.3. Confira as dependências do OpenTUI e as ações de autorização utilizadas na instalação. Os artefatos da 2.2.4 e os agendamentos continuam experimentais, com ativação própria.
Novidades
- OpenCode 2.2.3 — Claude Agent: o provedor utiliza o login e os modelos do Claude Code. Instale o Claude Code, execute
claude auth logine selecione Claude Agent em/connect. - OpenCode 2.2.3 — Agendamentos: as verificações experimentais aceitam JavaScript em Code Mode, com estado persistente e chamadas de ferramentas autorizadas estaticamente.
Melhorias
- OpenCode 2.2.3 — Desktop: a apresentação de conversas longas realiza menos trabalho durante as respostas. As configurações recebem correção ortográfica e notificações próprias para perguntas.
- OpenCode 2.2.3 — Cliente de IA:
AIError.partialconserva a saída parcial quando a geração ou um ciclo de ferramentas falha.
Correções
- OpenCode 2.2.3 — Abas e arquivos: as abas do painel lateral voltam a fechar. Open file funciona novamente no aplicativo web acessado por HTTP, corrigindo regressões da 2.2.2.
- OpenCode 2.2.3 — Permissões: falhas de MCP preservam a justificativa e o retorno da autorização. As falhas de Code Mode correspondem às das chamadas diretas.
- OpenCode 2.2.3 — Agendamentos inválidos: verificações inválidas são recusadas na criação ou pausadas quando já existem, evitando execuções repetidas.
- OpenCode 2.2.3 — Sessões: a exclusão remove os terminais persistentes associados. Uma resposta 404 remove a sessão do estado local para evitar novas tentativas e avisos repetidos.
Breaking changes
- OpenCode 2.2.3 — Plugins de terminal:
@opencode/pluginexige@opentui/coree@opentui/solid0.8.0 ou posteriores. Os componentes internos de ScrollBox utilizam objetos de fachada. Adapte os plugins que acessam esses componentes e implementeclockeonAnimationTicknas implementações próprias deRenderContext. - OpenCode 2.2.3 — Políticas gerenciadas:
integration.useautoriza somente perfis de integrações. Configuremcp.use,skill.useeplugin.usepara os demais recursos. As configurações com prefixos antigos são convertidas, mas a autorização ampla deintegration.usenão cobre esses recursos.
Ponto de Atenção
Teste sugerido: valide um plugin com OpenTUI 0.8 e confira separadamente a autorização de um servidor MCP e de uma skill. No desktop, feche uma aba do painel lateral e abra um arquivo pelo aplicativo web em HTTP. A conexão Claude Agent exige o Claude Code instalado e autenticado.
Notas da versão
O OpenCode 2.2.3 foi publicado em 30/10/2026 às 09h55 UTC como estável.
Novidades
- OpenCode 2.2.4 — Artefatos:
experimental.artifactshabilita ferramentas para criar e manter arquivos HTML ou estáticos, com provedor local ou armazenamento fornecido por plugins. - OpenCode 2.2.4 — Worktrees: Choose base branch pode ser aberto pela paleta ou pelos atalhos
Cmd+Alt+.no macOS eCtrl+Alt+.no Windows e no Linux.
Melhorias
- OpenCode 2.2.4 — Terminais: os terminais do desktop pertencem à sessão e preservam nomes personalizados e histórico de rolagem após reiniciar o servidor. Eles são compartilhados com a interface de terminal e outras janelas.
- OpenCode 2.2.4 — Agendamentos: tarefas habilitadas executam sob
opencode serve, com coordenação entre processos para manter um único disparo por agendamento. - OpenCode 2.2.4 — Claude Agent: a seleção do provedor orienta a instalação, o login e a conferência da conexão com o Claude Code.
- OpenCode 2.2.4 — Cliente gerado:
client.experimental.artifactsoferece operações sobre os artefatos.client.experimental.persistentPty.updatepermite renomear terminais e remover títulos personalizados.
Correções
- OpenCode 2.2.4 — Configuração: propriedades locais, de projeto e remotas podem substituir as fornecidas pelo Console. As requisições ao serviço local ignoram proxies definidos no ambiente.
- OpenCode 2.2.4 — Desktop: cliques e renomeações continuam associados à aba de terminal selecionada. A apresentação progressiva do Markdown reduz trabalho repetido e alocações em sessões longas.
Ponto de Atenção
Artefatos e agendamentos exigem ativação experimental. Teste sugerido: renomeie um terminal de homologação, produza algumas linhas de saída e reinicie o servidor. Confira o nome e o histórico recuperados. Para avaliar a coordenação dos agendamentos, observe uma tarefa de teste com dois processos do servidor.
Notas da versão
O OpenCode 2.2.4 foi publicado em 30/10/2026 às 16h59 UTC como estável.
Novidades
- OpenCode 2.2.5 — Compactação:
compaction.bufferaceita uma porcentagem, como"20%", além de uma quantidade de tokens. A reserva acompanha o tamanho da janela de contexto de cada modelo. - OpenCode 2.2.5 — Atalhos:
Cmd+Alt+OouCtrl+Alt+Oabrem a escolha de worktree. As combinações correspondentes com B escolhem a branch de referência.Cmd+Shift+XouCtrl+Shift+Xalternam o modo de shell. - OpenCode 2.2.5 — Comentários:
Cmd+EnterouCtrl+Enterno popup enviam somente a citação e seu comentário, preservando o restante do campo de composição.
Melhorias
- OpenCode 2.2.5 — Leitura e edição: erros de leitura identificam a pasta ausente e a existente mais próxima. A ferramenta de edição mostra as linhas semelhantes a
oldStringou informa que a alteração já existe. - OpenCode 2.2.5 — Ferramentas: chamadas a
bashutilizamshellcom as mesmas permissões. Uma ferramenta de plugin chamadabashconserva a preferência.
Correções
- OpenCode 2.2.5 — MCP: mensagens stdio maiores que 10 MiB deixam de desconectar o servidor. O encerramento por inatividade deixa de provocar um reinício imediato.
- OpenCode 2.2.5 — Compactação: o prompt respeita a janela de contexto quando o limite de entrada é maior. Erros de janela do LiteLLM iniciam a compactação em vez de encerrar a sessão.
- OpenCode 2.2.5 — Raciocínio: trocar de modelo ou retomar uma resposta interrompida preserva os blocos de raciocínio, corrigindo sua conversão em texto comum.
Ponto de Atenção
Teste sugerido: configure compaction.buffer como "20%" e compare a compactação com dois modelos de janelas diferentes. Num servidor MCP de homologação, confira a continuidade da conexão após uma mensagem stdio maior que 10 MiB.
Notas da versão
O OpenCode 2.2.5 foi publicado em 30/10/2026 às 23h17 UTC como estável.
Atualizações em Orca
2 versõesO Orca habilita plugins para personalizar o editor e reduz o trabalho das conversas ocultas. No macOS, os agentes podem utilizar aplicativos em segundo plano, preservando o uso do mouse durante parte das ações. Os terminais novos recebem outro host, mas os que já estavam abertos continuam vinculados ao anterior.
A atualização também amplia o compartilhamento do histórico do Codex entre perfis. Essa opção fica habilitada por padrão e merece conferência nos computadores utilizados com vários perfis. Desativá-la interrompe os próximos compartilhamentos, sem remover o histórico já existente. No Android, a pré-release 0.0.61 tem numeração própria e amplia a revisão pelo telefone, com resolução de conflitos e correções para conservar o texto editado.
Novidades
- Orca 1.4.245 — Plugins: Settings → Plugins oferece temas de ícones, realce de sintaxe e editores personalizados. A publicação comunitária ainda é anunciada como futura.
- Orca 1.4.245 — Interface de chat: Chat UI nas configurações habilita a nova apresentação. O menu da aba permite alternar entre Chat UI e TUI durante a sessão.
- Orca 1.4.245 — macOS: agentes controlam aplicativos em segundo plano por padrão. Certos arrastes em Chromium e Electron ainda exigem
--restore-window. - Orca 1.4.245 — Terminais: o máximo de terminais em execução pode ser configurado por computador. Alterar o limite não encerra os terminais existentes.
- Orca 1.4.245 — Histórico do Codex: o compartilhamento entre perfis pode ser desativado nas configurações dos agentes. Quando habilitado, o histórico dos perfis gerenciados também aparece em
~/.codexao retornar ao perfil padrão do sistema.
Melhorias
- Orca 1.4.245 — Chats: a abertura não precisa ler todo o histórico para mostrar o estado das conversas. Chats ocultos exigem menos processamento durante a troca de abas.
- Orca 1.4.245 — Navegador: anotações enviadas ao agente utilizam resumos e aceitam imagens coladas. Include page details conserva o envio completo no painel atual.
- Orca 1.4.245 — Telefone: o ditado apresenta palavras durante a fala e recupera o envio do áudio após falhas de conexão.
Correções
- Orca 1.4.245 — Mensagens: um novo envio funciona após Stop encerrar à força o agente do chat.
- Orca 1.4.245 — WSL: consultas em segundo plano conservam distribuições paradas. Terminais restaurados mantêm o diretório e mostram Start quando a distribuição está parada.
- Orca 1.4.245 — Branches: o nome escolhido para o workspace volta a definir sua branch. A renomeação automática altera somente nomes gerados pelo Orca.
- Orca 1.4.245 — Automações: o lançamento agendado ignora o aviso de atualização do terminal do agente para que o aviso não consuma a instrução.
Ponto de Atenção
Plugins que executam código recebem acesso completo ao computador após seu consentimento na tela de instalação. Os terminais abertos após a atualização utilizam o host novo e suas correções. Hosts remotos antigos precisam ser atualizados para aceitar a configuração do limite.
Voltar à 1.4.244 redefine as escolhas de modelo e esforço das ações de IA do Source Control. Registre esses valores ao avaliar um retorno de versão. Teste sugerido: abra um terminal novo, confira o limite e verifique se consultar o histórico mantém parada uma distribuição WSL (Windows Subsystem for Linux) de homologação.
Notas da versão
O Orca 1.4.245 foi publicado em 30/10/2026 como estável. As notas atualizadas orientam habilitar Chat UI nas configurações e ainda identificam os plugins como alpha.
Novidades
- Orca 0.0.61 — Revisão pelo telefone: o aplicativo móvel permite resolver conflitos de código e concluir merges.
- Orca 0.0.61 — Ditado: as palavras aparecem durante a fala, na posição do cursor, com indicador de voz e cronômetro. No modo por toque, um minuto de silêncio encerra a gravação.
- Orca 0.0.61 — Imagens: o chat mostra imagens armazenadas no desktop pareado.
Melhorias
- Orca 0.0.61 — Composição: o campo do chat cresce com o rascunho. A apresentação de tabelas, código e diagramas recebe ajustes para a leitura no telefone.
Correções
- Orca 0.0.61 — Edição: colagens longas e texto digitado após uma tentativa de envio são preservados quando o envio anterior falha. As anotações de revisão deixam de desaparecer ou reaparecer após a exclusão.
- Orca 0.0.61 — Markdown: gravar e reabrir conserva as quebras de linha das tabelas, os parágrafos das listas e os blocos de código. Tarefas vazias também permanecem no documento.
- Orca 0.0.61 — Ditado: Voltar interrompe a gravação e mantém o texto. O aplicativo detecta falhas de conexão e reenvia o áudio perdido.
- Orca 0.0.61 — Terminal: a indicação de sessão pronta respeita a disponibilidade do terminal, corrigindo a exibição incorreta desse estado.
Ponto de Atenção
Esta é uma pré-release Android. As notas incluem alterações de outras plataformas, como recursos exclusivos do iPhone Duo. O arquivo Android tem 138.935.633 bytes e o release disponibiliza a soma de verificação para conferir o download.
Teste sugerido: dite uma mensagem, interrompa com Voltar e confira as palavras preservadas. Reabra um documento com tabela após gravá-lo. Num repositório de homologação, resolva um conflito pelo telefone e confira o resultado no desktop pareado.
Notas da versão
O Orca para Android 0.0.61 foi publicado em 30/10/2026 às 17h05 UTC como pré-release. A numeração é independente da versão desktop 1.4.245.
Atualizações em Traefik
3 versõesAs versões estáveis 2.11.61 e 3.7.17 corrigem conexões NTLM e Kerberos, mas também alteram a compatibilidade de instalações existentes. A compilação com Go 1.27 muda opções antigas de TLS e estabelece um limite de valores de cabeçalhos. Na 3.7.17, os nomes gerados pelo Ingress-NGINX exigem revisão das referências utilizadas pelo monitoramento.
A 3.8.0-rc.1 amplia a Gateway API e exige atualização dos recursos Kubernetes. Ela permanece candidata e reúne correções acumuladas de publicações anteriores. Avalie essa migração separadamente das atualizações de manutenção para identificar qual alteração afeta seu ambiente.
Novidades
- Traefik 2.11.61 — Cabeçalhos:
maxHeaderValueCountconfigura o limite de valores aceitos por requisição no entry point.
Correções
- Traefik 2.11.61 — Autenticação: o proxy corrige o vazamento de conexões com backends NTLM e Kerberos. A versão também atualiza
go-jose/v4para 4.1.6 egolang.org/x/netpara 0.62.0.
Breaking changes
- Traefik 2.11.61 — TLS legado: opções antigas de
GODEBUGdeixam de funcionar. Backends restritos à troca de chaves RSA ou a 3DES exigem atualização da criptografia para continuar acessíveis. - Traefik 2.11.61 — Requisições: o padrão de 500 valores de cabeçalhos pode recusar clientes com resposta 431. Revise
maxHeaderValueCountconforme o tráfego atendido.
Ponto de Atenção
Teste sugerido: confira o handshake dos backends legados e compare requisições abaixo e acima do limite de cabeçalhos. A recusa pelo limite ocorre antes do roteamento e não aparece no access log.
Notas da versão
O Traefik 2.11.61 foi publicado como estável, com as incompatibilidades de TLS e cabeçalhos descritas no guia da 2.11.61.
Novidades
- Traefik 3.7.17 — Cabeçalhos: a configuração inclui
maxHeaderValueCounte um padrão global paraaliasHeadersStrategy.
Correções
- Traefik 3.7.17 — Kubernetes: condições de Gateway mantidas por outros controladores são preservadas. As referências a Secrets são resolvidas na construção dos middlewares.
- Traefik 3.7.17 — Respostas: os wrappers de
ResponseWriterconservam o envio imediato, a transferência da conexão e os prazos. - Traefik 3.7.17 — Autenticação: o proxy convencional e o FastProxy corrigem vazamentos de conexões NTLM e Kerberos.
Breaking changes
- Traefik 3.7.17 — Ingress-NGINX: os identificadores gerados mudam para evitar colisões entre namespaces. Atualize as consultas e referências externas que utilizam os nomes anteriores.
- Traefik 3.7.17 — TLS e cabeçalhos: substitua as opções antigas de
GODEBUGpor configuração explícita de TLS. Confira também os clientes que ultrapassam o novo limite de 500 valores de cabeçalhos.
Ponto de Atenção
Teste sugerido: compare os identificadores do Ingress-NGINX com os utilizados nas consultas do monitoramento. Verifique a conexão dos backends e a resposta das rotas com as opções TLS explícitas.
Notas da versão
O Traefik 3.7.17 foi publicado como estável, com os ajustes de configuração descritos no guia da 3.7.17.
Novidades
- Traefik 3.8.0-rc.1 — Roteadores:
respondingTimeoutsdefine tempos de leitura e escrita por roteador. Host e HostSNI aceitam**.para subdomínios em vários níveis, sem emissão correspondente de certificado pelo resolvedor ACME. - Traefik 3.8.0-rc.1 — Gateway API: a versão acrescenta ListenerSet e suporte a espelhamento e repetição de requisições HTTPRoute. Políticas TLS aceitam certificados de cliente e referências ClusterTrustBundle.
- Traefik 3.8.0-rc.1 — Middlewares: tap copia requisições e respostas como JSON para serviços Traefik. O buffering permite desativar separadamente os buffers de entrada e saída.
Correções
- Traefik 3.8.0-rc.1 — Protocolos: as notas incluem correções de conexões autenticadas e aplicação de limites de leitura e cabeçalhos em HTTP/3.
- Traefik 3.8.0-rc.1 — Gateway API: reescritas e redirecionamentos conservam segmentos codificados do caminho.
Breaking changes
- Traefik 3.8.0-rc.1 — Gateway API: atualize os CRDs (Custom Resource Definitions) para 1.6.1 e os manifests TCPRoute para
gateway.networking.k8s.io/v1. A linha 1.5.x perde suporte. - Traefik 3.8.0-rc.1 — Listeners: os listeners HTTPS utilizam opções TLS próprias, sem aplicação automática das opções padrão. Revise hosts compartilhados e conflitos com
core.strictTLSOptions. - Traefik 3.8.0-rc.1 — Configuração:
labelSelectoregatewayClassnão podem ser definidos juntos. Stringsurn:k8s:configmap:<nome>:<chave>são interpretadas como referências, cuja falha remove o Middleware do roteamento.
Ponto de Atenção
A avaliação desta pré-release exige permissões Kubernetes adicionais para ListenerSet e ClusterTrustBundle. Teste sugerido: atualize as definições num cluster isolado e confira um TCPRoute em v1. Depois, compare o roteamento e os certificados de listeners que compartilham o entry point. Utilize tráfego de teste ao avaliar tap porque ele copia o conteúdo das requisições e respostas.
Notas da versão
O Traefik 3.8.0-rc.1 é uma pré-release. O guia da linha 3.8 descreve os manifests e as permissões necessários. As três publicações do Traefik deste diário são de 30/10/2026.
Conferência dos proxies e das execuções automatizadas
Comece pela compatibilidade do Traefik com seus backends e pelos nomes consultados no monitoramento. Uma conexão TLS recusada ou uma referência antiga pode interromper o acesso mesmo numa atualização de manutenção. Avalie a candidata 3.8 num cluster separado, com os recursos da Gateway API atualizados.
No n8n, selecione o teste conforme a linha instalada e confirme a leitura autorizada das execuções na 2.45.7. Depois, confira como os scripts interpretam o encerramento do Antigravity CLI e do Claude Code. Uma resposta parcial, uma recusa por hook e uma falha de inicialização precisam produzir resultados distinguíveis pela automação. No Orca, revise o compartilhamento do histórico e as permissões dos plugins ao habilitar esses recursos.
No OpenCode, revise as permissões gerenciadas e a compatibilidade dos plugins antes de avaliar os terminais persistentes. A recuperação do nome e da saída após reiniciar o servidor verifica um comportamento diferente da autorização de uma ferramenta. No Next.js, mantenha a comparação restrita ao mesmo projeto e às mesmas condições de build, pois as duas canaries alteram partes internas do Turbopack.
No Android, confira a preservação do texto e a gravação do Markdown no Orca antes de concluir um merge pelo telefone. Para os plugins do Antigravity CLI, compare o acesso anônimo com o autenticado somente nos serviços que oferecem as duas modalidades, observando o limite aplicado em cada resposta.
Para investigar essas configurações com orientação técnica ao vivo, conheça o Desenvolvimento Colaborativo da Dev Side Studio. Para aprofundar esses temas com orientação e aplicação, conheça as formações da Promovaweb.