O OpenScreen 2.1.0 amplia a edição por agentes pelo Model Context Protocol (MCP). As ferramentas criam e renomeiam projetos, inserem e enquadram clipes, configuram a exportação e trabalham com legendas e transcrições. Os checkpoints revertem um turno inteiro do agente e as conversas ficam gravadas por projeto. A versão estável reúne mudanças desde a 2.0.0 e acrescenta efeitos com shaders e o cursor Glass Lens.
O Openship 0.9.3 cria ambientes de prévia para alterações propostas no GitHub, com variáveis próprias e volumes separados da produção. Cada prévia utiliza o commit exato da proposta. O Antigravity CLI 1.4.1 estende a validação dos plugins às skills, aos subagentes e às instruções condicionais em rules/, corrigindo também a recuperação depois de uma falha de rede.
O Orca 1.4.229 apresenta as edições de cada turno no chat nativo e corrige a recuperação de terminais remotos durante uma reconexão SSH. A publicação também remove o suporte ao Hermes nas automações. O Next.js 16.5.0-canary.17 solicita o carregamento prévio de blocos SST com MADV_WILLNEED. O OpenScreen publica ainda as candidatas 2.1.0-rc.5, 2.1.0-rc.6 e 2.1.1-rc.1, com correções de composição e de exportação. O Orca Mobile Android 0.0.57 corrige o download em conexões lentas.
Este diário cobre o intervalo de 17/10/2026 a 17/10/2026 pelo calendário UTC de publicação do GitHub. A consulta encontrou nove releases em cinco sistemas, com quatro versões estáveis e cinco pré-releases. As candidatas do OpenScreen convivem com a 2.1.0 estável publicada no mesmo dia.
Atualizações em Antigravity CLI
1 versãoA validação dos plugins examina também as skills, os subagentes e as instruções condicionais. Os avisos incluem o campo ausente, o nome divergente e o arquivo colocado fora do local esperado. A versão corrige ainda a reconexão após a suspensão do computador e o estado dos servidores MCP cujo processo encerra.
No Windows sem suporte ao sandbox do terminal, os comandos voltam a exigir confirmação em vez de falhar na inicialização. A mudança restringe o isolamento do terminal nesses sistemas e mantém a execução sob aprovação.
Novidades
A publicação não anuncia comandos ou recursos novos, apenas amplia a validação existente e corrige os percursos descritos.
Melhorias
- Antigravity CLI 1.4.1 — Skills dos plugins:
agy plugin validateidentifica frontmatter ausente ou inválido emSKILL.md. Também avisa sobre campos ausentes, nome diferente da pasta, conteúdo acima de 24 KB e skills ignoradas por repetirem um nome já carregado. - Antigravity CLI 1.4.1 — Subagentes dos plugins: a validação aponta frontmatter inválido, ausência de nome ou de descrição, nomes reservados e erros de leitura de
agent.json, além de arquivos que a CLI ignora no carregamento. - Antigravity CLI 1.4.1 — Instruções condicionais: o comando confere o frontmatter e o campo
trigger. Os avisos indicam descrição ausente emmodel_decision, falta deglobsno modoglobe conteúdo truncado em 24 KB. - Antigravity CLI 1.4.1 — Prévia de edição: a comparação apresentada para autorizar uma escrita acompanha a visualização de
/diff, com realce de sintaxe e cores de fundo nas linhas adicionadas ou removidas. - Antigravity CLI 1.4.1 — Uso de CPU: a interface reutiliza as medidas das linhas inalteradas e desenha a área do prompt uma vez por frame. A linha de estado animada é renderizada por trechos com estilo.
Correções
- Antigravity CLI 1.4.1 — Telemetria Business:
Enable Telemetryaparece desativada e sem edição nos acessos Business. A configuração inicial comAGY_ADC_AUTHapresenta os termos do Google Cloud sem a opção de telemetria de consumidor. - Antigravity CLI 1.4.1 — Windows: instalações no Windows 10 e no Windows 11 anterior à 24H2 desativam o sandbox incompatível e exigem confirmação para executar comandos. O Remote Control oculta as opções de permissão com sandbox nesses sistemas.
- Antigravity CLI 1.4.1 — Reconexão: falhas de socket após a suspensão do computador ou a troca de rede recebem novas tentativas, e o turno informa erro de rede quando elas falham.
- Antigravity CLI 1.4.1 — Estado do MCP: o servidor cujo processo encerrou aparece como
Errorem/mcp, e a sessão fechada é removida para não permanecer indicada como pronta. - Antigravity CLI 1.4.1 — Saída das ferramentas: respostas estruturadas extensas respeitam o limite de tokens por etapa, corrigindo o caso que podia exceder a janela de contexto do modelo antes da compactação automática.
- Antigravity CLI 1.4.1 — Links e comandos: URLs com ponto e vírgula permanecem completas nos terminais afetados, e
/titlee/remote-controlaceitamoneoffcom letras maiúsculas.
Ponto de Atenção
No Windows sem suporte ao sandbox, a confirmação de execução substitui o isolamento do terminal. Confira o modo efetivo de permissão após atualizar. A validação também distingue os arquivos que consegue analisar daqueles efetivamente carregados pela CLI, como o agent.json.
Teste sugerido: execute agy plugin validate num plugin de teste com uma skill sem descrição e um arquivo de rules/ sem trigger. Encerre um servidor MCP de homologação e confira seu estado em /mcp. Num Windows incompatível com o sandbox, verifique a confirmação exibida para um comando inofensivo.
Notas da versão
O release oficial do Antigravity CLI 1.4.1 foi publicado em 17/10/2026 às 20h43 UTC como versão estável.
Atualizações em Next.js
1 versãoA canary.17 altera a leitura de blocos SST na camada turbo-persistence. A implementação utiliza MADV_WILLNEED para solicitar o carregamento prévio dos blocos que ocupam várias páginas de memória. As notas não apresentam medições de tempo de build nem descrevem mudanças nas APIs da aplicação.
Novidades
As notas não anunciam recursos ou APIs novas para a aplicação.
Melhorias
- Next.js 16.5.0-canary.17 — Persistência: os blocos SST que abrangem várias páginas recebem uma solicitação de carregamento prévio com
MADV_WILLNEED.
Correções
A publicação não descreve correções independentes da mudança na leitura dos blocos SST.
Ponto de Atenção
A versão pertence ao canal canary. A mudança descrita é interna à persistência, sem um ganho de desempenho quantificado na publicação.
Teste sugerido: num projeto de homologação que utiliza Turbopack, repita um build com o cache já preenchido e confira a conclusão e os registros de erro.
Notas da versão
O release oficial do Next.js 16.5.0-canary.17 foi publicado em 17/10/2026 às 23h46 UTC como pré-release.
Atualizações em OpenScreen
4 versõesA versão estável 2.1.0 reúne as mudanças desde a 2.0.0. O trabalho por agentes alcança clipes, legendas e exportação, enquanto a timeline utiliza uma referência comum de frames. A exportação aceita cancelamento durante a renderização, com o pico verdadeiro do áudio abaixo de -1 dBTP.
As candidatas publicadas no mesmo dia tratam de composição e de exportação. A rc.5 corrige o primeiro frame em Full Camera e o relógio da prévia. A rc.6 corrige um rastro de Full Camera no vídeo exportado. A 2.1.1-rc.1 aplica a inclinação ao card inteiro no formato preenchido e preserva as máscaras de desfoque nesse card.
Novidades
- OpenScreen 2.1.0 — Edição por agentes: as ferramentas MCP criam e renomeiam projetos, importam mídia e permitem inserir, duplicar e ajustar o enquadramento de clipes. As opções de exportação acompanham o diálogo do editor.
- OpenScreen 2.1.0 — Legendas e transcrição: o MCP oferece transcrição e tradução de legendas, e cada projeto pode definir nomes e termos para o Whisper.
- OpenScreen 2.1.0 — Histórico: checkpoints revertem um turno inteiro do agente. As conversas ficam gravadas por projeto, e as ferramentas podem acessar projetos além daquele aberto no editor.
- OpenScreen 2.1.0 — Aparência: a versão incorpora efeitos com shaders e o cursor Glass Lens. A timeline mostra os movimentos de entrada e saída dos zooms e o deslocamento entre zooms encadeados.
- OpenScreen 2.1.0 — Gravação: você pode escolher a pasta das gravações, e o aplicativo recusa uma nova captura quando o disco está cheio.
Melhorias
- OpenScreen 2.1.0 — MCP integrado: chamadas de documento chegam ao aplicativo em execução, e o servidor interno também oferece ferramentas de mídia e configurações do editor.
- OpenScreen 2.1.0 — Webcam: a seleção do modo considera a taxa de frames antes da resolução e pode utilizar MJPEG quando esse modo oferece maior definição ou frequência.
- OpenScreen 2.1.0 — Distribuição: o build inclui Windows em ARM. No Linux, o AppImage recebe metadados de atualização e dispensa a dependência de libfuse2.
Correções
- OpenScreen 2.1.0 — Exportação e áudio: a timeline utiliza uma grade comum de frames, e o pico verdadeiro do áudio exportado fica abaixo de -1 dBTP. A exportação MP4 aceita cancelamento durante a renderização, e um GIF sem repetição executa uma única vez.
- OpenScreen 2.1.0 — Escrita por agentes: as ferramentas de um turno executam sequencialmente para preservar as alterações, e a restauração remove do histórico a mensagem revertida. Edições por stdio são recusadas quando o projeto está aberto no editor.
- OpenScreen 2.1.0 — Windows: o vídeo da tela acompanha o relógio do áudio. A barra de gravação permanece visível após fechar diálogos e recebe correção de cliques nas versões anteriores ao Windows 11 22H2.
- OpenScreen 2.1.0 — macOS: a captura de janela inclui a mistura do áudio do sistema, e a identificação de microfones aceita os sufixos de transporte utilizados pelo Chromium.
- OpenScreen 2.1.0 — Linux: a transcrição pela CLI e pelo MCP utiliza o ffmpeg distribuído com o aplicativo. A captura pode repetir a tentativa pelo PipeWire com memória compartilhada, e o primeiro frame não inclui o último dígito exibido durante a preparação.
- OpenScreen 2.1.0 — Arquivos e edição: a gravação de arquivo utiliza uma cópia quando a renomeação retorna
EXDEV, e o áudio importado permanece associado aos próprios clipes após mudar a ordem da timeline.
Ponto de Atenção
A tag 2.1.0 está marcada como estável. As notas abrangem o intervalo desde a 2.0.0 e não equivalem a uma lista exclusiva de alterações posteriores à rc.6. As funções MCP que escrevem no projeto exigem atenção ao aplicativo aberto, porque a edição concorrente por stdio é recusada.
Teste sugerido: numa cópia de projeto, execute uma edição por MCP e reverta o turno pelo checkpoint. Confira as legendas e o áudio após reorganizar os clipes. Exporte um MP4 e um GIF sem repetição, verificando a sincronização e o comportamento dos arquivos finais.
Notas da versão
O release oficial do OpenScreen 2.1.0 foi publicado em 17/10/2026 às 09h43 UTC como versão estável.
Novidades
A candidata não anuncia recursos novos de edição ou de gravação.
Melhorias
As notas não descrevem melhorias separadas das três correções da composição e da prévia.
Correções
- OpenScreen 2.1.0-rc.5 — Full Camera: o primeiro frame do clipe não apresenta o rastro causado por um instante inicial sem representação exata em ponto flutuante de 32 bits.
- OpenScreen 2.1.0-rc.5 — Relógio da prévia: a reprodução de um frame mantido na tela reinicia no instante solicitado.
- OpenScreen 2.1.0-rc.5 — Frame pausado: a recomposição utiliza o instante no qual a imagem foi exibida.
Ponto de Atenção
A publicação é uma pré-release e descreve mudanças desde a rc.4. As notas desta candidata não confirmam uma correção equivalente no arquivo exportado.
Teste sugerido: numa cópia de projeto com Full Camera, confira o primeiro frame de um clipe. Pause a reprodução, altere uma propriedade visual e retome a prévia para conferir a imagem e o instante utilizado.
Notas da versão
O release oficial do OpenScreen 2.1.0-rc.5 foi publicado em 17/10/2026 às 05h06 UTC como pré-release.
Novidades
A publicação não anuncia novos recursos de edição.
Melhorias
- OpenScreen 2.1.0-rc.6 — Teste da timeline: uma verificação compara o limite do trecho junto à transição com o instante da edição em ponto flutuante de 32 bits.
Correções
- OpenScreen 2.1.0-rc.6 — Exportação: o Full Camera não deixa um rastro na transição quando o início do trecho de processamento é arredondado para cima.
Ponto de Atenção
A publicação permanece como pré-release e compara suas mudanças com a rc.5. A correção descrita afeta a exportação, por isso observar apenas a prévia não verifica o comportamento do arquivo final.
Teste sugerido: exporte uma cópia de projeto com uma transição dentro de Full Camera e examine os frames próximos à mudança de clipe no vídeo final.
Notas da versão
O release oficial do OpenScreen 2.1.0-rc.6 foi publicado em 17/10/2026 às 07h12 UTC como pré-release.
Novidades
A candidata não apresenta uma ferramenta ou uma opção nova para a edição.
Melhorias
As notas não descrevem melhorias independentes das duas correções de composição.
Correções
- OpenScreen 2.1.1-rc.1 — Inclinação: o compositor aplica a inclinação ao card inteiro no formato preenchido.
- OpenScreen 2.1.1-rc.1 — Desfoque: as máscaras de desfoque e o motion blur mantêm a composição correta no card inclinado com formato preenchido.
Ponto de Atenção
A publicação permanece como pré-release. As duas notas não detalham diferenças entre a prévia e a exportação, nem indicam sistemas operacionais específicos para a correção.
Teste sugerido: numa cópia de projeto, incline um card com formato preenchido e confira o enquadramento completo. Aplique uma máscara de desfoque e examine seu posicionamento durante o movimento com motion blur.
Notas da versão
O release oficial do OpenScreen 2.1.1-rc.1 foi publicado em 17/10/2026 às 21h21 UTC como pré-release.
Atualizações em Openship
1 versãoAs prévias de alterações propostas no GitHub recebem ambientes isolados, com variáveis próprias, volumes separados e URLs por serviço. As variáveis da produção não são copiadas, e cada ambiente utiliza o commit exato da proposta. Propostas vindas de forks ficam fora desse percurso.
Workers e schedulers também podem ser configurados numa aplicação Docker ativa em servidor próprio, reutilizando a imagem verificada. O monitoramento acompanha esses processos adicionais, e a recuperação preserva os registros necessários para concluir uma substituição interrompida.
Novidades
- Openship 0.9.3 — Prévias do GitHub: ambientes isolados recebem variáveis próprias, volumes separados e URLs por serviço, sem copiar as variáveis da produção. Propostas vindas de forks não participam desse percurso.
- Openship 0.9.3 — Configuração de processos: Apps & Services → Configure roles altera workers e schedulers de instância única em aplicações Docker ativas de um único serviço, hospedadas em servidor próprio. A configuração reutiliza a imagem e o ambiente gravados, preservando o container web e as réplicas inalteradas.
- Openship 0.9.3 — Variáveis nos comandos: a migração transfere atribuições literais dos comandos de instalação, build e inicialização para as configurações criptografadas. Conflitos ou alterações concorrentes interrompem a migração sem gravar mudanças parciais.
Melhorias
- Openship 0.9.3 — Recuperação das prévias: a coordenação persistente considera webhooks repetidos, reinícios do controlador e novas tentativas de limpeza após fechar ou integrar uma alteração.
- Openship 0.9.3 — Frameworks: builds do Nuxt e monorepos Next.js em modo standalone preservam dependências e arquivos estáticos necessários, além do runtime Node ou Bun selecionado.
- Openship 0.9.3 — Workers e schedulers: as telas de serviços exibem os processos adicionais e permitem selecionar logs por função e por réplica, e o monitoramento inclui falhas desses processos.
- Openship 0.9.3 — Caches manuais: a interface oferece migração de montagens duplicadas somente após um build bem-sucedido confirmar suporte ao cache gerenciado, preservando o conteúdo dos volumes existentes.
Correções
- Openship 0.9.3 — Monitoramento Cloud: hosts com fuse-overlayfs dispensam a varredura completa de armazenamento do Docker que podia esgotar a memória do daemon. O detalhamento indisponível fica sem medição, sem substituir consumo pela capacidade contratada.
- Openship 0.9.3 — Memória e métricas: o consumo utiliza os valores do sistema convidado, e campos ausentes preservam a última medição e seu horário.
- Openship 0.9.3 — Limpeza de cache: a coleta remove apenas caches inativos dos workers dos projetos correspondentes, sem executar a limpeza global do builder do Docker.
- Openship 0.9.3 — Rollback: snapshots criptografados do Compose preservam valores literais parecidos com marcadores de ocultação. Um snapshot antigo incompleto produz erro em vez de utilizar as configurações atuais do serviço.
- Openship 0.9.3 — Domínios: o primeiro deploy utiliza a porta verificada da aplicação quando o domínio não tem destino gravado, e aplicações Cloudflare Access sem domínio não interrompem a configuração do acesso.
- Openship 0.9.3 — Webmail: ações conferem o Message-ID exato no envelope IMAP, e uma busca parcial ou um UID desatualizado não confirma a identidade da mensagem. Ações recusadas não aparecem como concluídas.
Breaking changes
- Openship 0.9.3 — Executor Cloud: builds Cloud exigem o executor BuildKit isolado e não retornam automaticamente ao builder embutido. Instalações que dependiam dessa alternativa precisam disponibilizar o executor isolado para continuar os builds.
Ponto de Atenção
O editor de workers e schedulers atende somente uma aplicação Docker ativa em servidor próprio. Cloud, bare, aplicações estáticas, clusters e projetos com vários serviços ficam fora desse editor, e as sugestões por framework não ativam processos automaticamente.
Snapshots antigos incompletos exigem correção para permitir rollback. A configuração de prévias também precisa ser refeita quando uma importação individual de projeto não consegue preservar a automação.
Teste sugerido: habilite uma prévia num repositório de homologação e confira o commit implantado, as variáveis próprias e os volumes isolados. Feche a alteração no GitHub e acompanhe a limpeza. Em uma aplicação Docker compatível, altere um worker e confira se o container web permanece ativo.
Notas da versão
O release oficial do Openship 0.9.3 foi publicado em 17/10/2026 às 09h20 UTC como versão estável, com mudanças desde a 0.9.2.
Atualizações em Orca
2 versõesA versão 1.4.229 apresenta as alterações de cada turno na conversa e permite ampliar diagramas para navegar pela imagem. O planejamento pelo Jira recebe quadros, filtro da sprint atual e consultas JQL gravadas. A reconexão SSH preserva os painéis vizinhos e a ordem do texto colado.
A publicação também remove o suporte ao Hermes nas automações, o que exige revisar as rotinas configuradas com esse agente. O aplicativo Android recebe a 0.0.57, com correção do download em conexões lentas e dispensa de nova transferência quando o conteúdo do computador não mudou.
Novidades
- Orca 1.4.229 — Chat nativo: as alterações de cada turno aparecem na conversa, e diagramas podem ser ampliados com zoom e deslocamento. O chat exibe o objetivo do Claude e o uso da janela de contexto do Codex.
- Orca 1.4.229 — Jira: o planejamento oferece quadros, filtro da sprint atual e reutilização de consultas JQL gravadas. A CLI permite aos agentes ler e atualizar tarefas do Jira.
- Orca 1.4.229 — Skills compartilhadas: a instalação aceita mais 20 agentes, com descoberta ampliada no WSL e diretórios próprios para ferramentas como Kiro, Qoder e CodeBuddy.
- Orca 1.4.229 — Celular: um toque prolongado no workspace apresenta tarefas e notas associadas, e conversas compatíveis podem continuar numa nova sessão de terminal.
Melhorias
- Orca 1.4.229 — Navegação no chat: respostas pelo teclado, indicação de mensagens não lidas e Copy on Select facilitam o acompanhamento de conversas longas.
- Orca 1.4.229 — Workspaces: a criação mostra o andamento do checkout, e a limpeza exige confirmação explícita para interromper agentes em execução.
- Orca 1.4.229 — Lista no celular: filtros, agrupamento e ordenação acompanham as preferências compartilhadas do desktop, e workspaces e páginas do navegador de servidores ficam acessíveis pelo telefone.
Correções
- Orca 1.4.229 — Reconexão SSH: a recuperação preserva painéis divididos e a ordem do texto colado. Um painel recuperado não remove o painel vizinho que continua funcionando.
- Orca 1.4.229 — Separação entre hosts: remover o projeto de uma máquina preserva os terminais e as edições do projeto com o mesmo caminho em outra máquina.
- Orca 1.4.229 — Retomada: agentes suspensos retomam suas conversas, e reiniciar um servidor gerenciado não apresenta como concluídos os agentes que continuam ativos.
- Orca 1.4.229 — Permissões: a troca do modelo preserva o modo gravado no chat. Hosts antigos não iniciam conversas com acesso superior ao permitido por Ask for approval.
- Orca 1.4.229 — Controle remoto: hosts existentes conservam a preferência de controle pela CLI, inclusive quando estava desativada.
Breaking changes
- Orca 1.4.229 — Automações Hermes: a publicação remove o suporte ao Hermes nas automações. Revise as rotinas configuradas com esse agente e escolha uma integração suportada para continuar a execução agendada.
- Orca 1.4.229 — Chat do Codex: as notas incluem a exigência de Codex 0.136.0 ou posterior para o chat nativo. Instalações anteriores precisam atualizar o Codex para utilizar esse percurso.
Ponto de Atenção
O chat nativo permanece experimental mesmo com a tag do Orca marcada como estável. Recursos dependentes de um host remoto exigem suporte nesse host, que deve ser atualizado junto do aplicativo. A exigência mínima do Codex já aparece na publicação 1.4.227 e não é exclusiva desta versão.
Para autorizar agentes remotos a controlar o navegador do desktop ou os workspaces, confira a opção Allow this host’s orca CLI to control Orca nas configurações avançadas do host SSH. A atualização conserva a escolha gravada nos hosts existentes.
Teste sugerido: interrompa e restabeleça uma conexão SSH de homologação com dois painéis abertos. Confira o conteúdo e a ordem de uma colagem, depois retome um agente suspenso. No chat nativo, compare as alterações de um turno e verifique se a troca do modelo preserva as permissões.
Notas da versão
O release oficial do Orca 1.4.229 foi publicado em 17/10/2026 às 06h54 UTC como versão estável. As notas retomam também mudanças já descritas em publicações anteriores.
Novidades
A publicação não acrescenta funções novas ao aplicativo Android.
Melhorias
As notas não descrevem melhorias independentes das duas correções de download.
Correções
- Orca Mobile Android 0.0.57 — Conexões lentas: o download continua em conexões como Tailscale ou com sinal fraco, corrigindo a falha que interrompia a transferência.
- Orca Mobile Android 0.0.57 — Abertura do workspace: o aplicativo não repete o download quando o conteúdo no computador permanece inalterado.
Ponto de Atenção
A publicação está marcada como pré-release no GitHub. As notas orientam atualizar também o Orca no computador, porque a maior parte das funções do celular depende do desktop. A correção para conexões lentas não descreve uma retomada após a perda completa da conexão.
Teste sugerido: abra um workspace pelo Android numa conexão lenta e confira se o download termina. Abra novamente o mesmo workspace sem modificar o conteúdo no computador e verifique se a transferência não se repete.
Notas da versão
O release oficial do Orca Mobile Android 0.0.57 foi publicado em 17/10/2026 às 02h16 UTC como pré-release. A tag identifica o aplicativo Android e não a versão do Orca para desktop.
Conferência das prévias, dos painéis remotos e das automações
Comece pela prévia do Openship. Habilite uma alteração de homologação, confira o commit implantado e as variáveis próprias, feche a proposta no GitHub e acompanhe a limpeza. Antes disso, verifique se a instalação dispõe do executor BuildKit isolado, porque os builds Cloud não retornam ao builder embutido.
No Orca, interrompa uma conexão SSH com dois painéis abertos e confira o conteúdo e a ordem do texto colado após a reconexão. Retome um agente suspenso. Revise também as rotinas que utilizavam o Hermes nas automações, já que esse percurso foi removido.
O OpenScreen exige conferências separadas para cada canal. Na 2.1.0, execute uma edição por MCP e reverta o turno pelo checkpoint. Na rc.6, examine o vídeo exportado, pois a correção do rastro não aparece na prévia. Na 2.1.1-rc.1, incline um card com formato preenchido e observe a máscara de desfoque durante o movimento.
No Antigravity CLI, valide um plugin com uma skill sem descrição e um arquivo de rules/ sem trigger, depois encerre um servidor MCP de homologação e confira o estado em /mcp. No Windows anterior à 24H2, verifique a confirmação de execução no lugar do sandbox. Na aplicação Next.js, repita um build com o cache preenchido para observar a leitura dos blocos SST.
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