Changelog diário · 14 de agosto de 2026

Atualizações em 14 de agosto de 2026

Claude Code, Antigravity CLI, n8n, Next.js, OpenScreen, Orca, Paperclip e Spec Kit publicaram mudanças em APIs, gravação, sessões e integrações.

10 releases8 sistemas1 breaking change
Antigravity CLIClaude Coden8nNext.jsOpenScreenOrcaPaperclipSpec Kit

As publicações comunicáveis de 14 de agosto conectam oito frentes. O Claude Code amplia o suporte a GitLab, gateways e limites de memória, além de corrigir sessões, MCP, hooks e permissões do Windows. O Antigravity CLI amplia a conexão direta com a Gemini API e corrige persistência, sandbox e sessões; o n8n atualiza a aprovação do Instance AI, o processamento do publication outbox e duas integrações; o Next.js concentra mudanças no Turbopack, no App Router, em metadata e no cache de imagens; o OpenScreen consolida correções de captura e gravação; o Orca reúne ajustes para servidores remotos, browser, terminal, agentes e controle de versão; o Paperclip restaura ações no task view e corrige fluxos de interface e integração; e o Spec Kit amplia o catálogo comunitário e as integrações. Os registros do Codex alpha não trazem notas técnicas e ficaram fora do artigo.

Atualizações em Claude Code

O Claude Code v2.1.233 acrescenta integrações opt-in para gateways, GitLab, memória de comandos Bash e cache do WebFetch. A publicação também corrige a retomada de sessões, streams do MCP, hooks, aliases de skills e caminhos no Windows. A disponibilidade das ferramentas de tarefas muda em modelos mais novos, por isso essa parte precisa ser conferida no ambiente que executa os agentes.

Claude Code v2.1.233

Novidades

  • Claude Code v2.1.233 — GitLab: o parâmetro --worktree e a visão claude agents reconhecem URLs de merge requests, exibidas com o identificador !N.
  • Claude Code v2.1.233 — Gateway de apps: a configuração opcional forward_user_identity envia a identidade assinada da pessoa usuária nos headers para que um proxy atribua o consumo por usuário.
  • Claude Code v2.1.233 — Bash no Linux: CLAUDE_CODE_TOOL_MEMORY_LIMIT permite aplicar limite de memória por cgroup aos comandos Bash.
  • Claude Code v2.1.233 — WebFetch: CLAUDE_CODE_WEBFETCH_CACHE_TTL_MS permite alterar o tempo de vida do cache de URLs da sessão; o padrão continua em 15 minutos.

Melhorias

  • Claude Code v2.1.233 — Self-hosted runner: a branch da sessão é criada sem reescrever o working tree, reduzindo duas idas ao servidor durante a abertura do agente.
  • Claude Code v2.1.233 — Gateway de apps: respostas 400 e 413 de Vertex, Foundry, Claude Platform na AWS e auto-compact agora encaminham a mensagem do serviço upstream.
  • Claude Code v2.1.233 — Validação de plugins: claude plugin validate também confere um diretório .claude/skills simples e aponta arquivos SKILL.md com frontmatter inválido.
  • Claude Code v2.1.233 — Acessibilidade: o seletor /effort no modo de leitor de tela apresenta cada opção com um número para entrada direta, e o hint e o conteúdo dos diálogos aparecem sem truncamento.
  • Claude Code v2.1.233 — Diagnóstico: o modo de impressão grava em stderr a linha [claude-code:unrecognized_model] quando recebe um identificador de modelo desconhecido.

Correções

  • Claude Code v2.1.233 — Sessões em nuvem: o sistema mantém a sessão disponível quando o ambiente é encerrado durante uma solicitação de permissão.
  • Claude Code v2.1.233 — MCP v2: conexões deixam de reabrir indefinidamente o stream subscriptions/listen quando o servidor encerra streams longos por timeout.
  • Claude Code v2.1.233 — Notification hooks: hooks de notificação voltam a disparar para prompts de permissão no Claude Desktop e no VS Code.
  • Claude Code v2.1.233 — Sandbox no Linux: sessões ociosas deixam de manter um núcleo da CPU em 100% quando o sandbox está ativo.
  • Claude Code v2.1.233 — Skills e comandos: aliases empacotados como /checkup e /review deixam de aparecer como desconhecidos no modo -p ou com plugins e MCP carregados; a substituição de argumentos também deixa de reexpandir valores como marcadores de template.
  • Claude Code v2.1.233 — Caminhos no Windows: caminhos NT com prefixo \??\ deixam de passar pela validação de caminhos UNC.
  • Claude Code v2.1.233 — Modo automático no Windows: comandos Bash comuns com cd <dir> && <command> > file deixam de solicitar aprovação manual repetidamente.
  • Claude Code v2.1.233 — Permissões no Windows: a publicação reverte as mudanças de 2.1.232 para symlinks no estilo Cygwin e redirecionamentos de entrada, até que uma versão mais restrita seja publicada.

Breaking changes

  • Claude Code v2.1.233 — Ferramentas de tarefas: TaskCreate, TaskGet, TaskUpdate, TaskList e TodoWrite deixam de ficar disponíveis nos modelos Opus 4.8, Sonnet 5, Fable 5, Mythos 5 e versões posteriores. Para restaurá-las, defina CLAUDE_CODE_ENABLE_TODO_TOOLS=1.

Ponto de Atenção

  • Claude Code v2.1.233 — Teste sugerido: valide uma merge request do GitLab com --worktree, um servidor MCP que encerra streams longos, um prompt de permissão no Claude Desktop ou no VS Code e um comando Bash submetido ao limite de memória.
  • Claude Code v2.1.233 — Compatibilidade: confira o uso das ferramentas de tarefas nos modelos afetados e aplique CLAUDE_CODE_ENABLE_TODO_TOOLS=1 somente quando o fluxo ainda depender delas.

Notas da versão

  • Claude Code v2.1.233 — Escopo: a publicação reúne recursos opt-in, correções de sessão, MCP, hooks, sandbox, skills e permissões do Windows, além da alteração de disponibilidade das ferramentas de tarefas em modelos mais novos.

Atualizações em Antigravity CLI

O Antigravity CLI 1.1.13 combina uma nova forma de autenticação com correções que afetam a continuidade das sessões. A atualização merece teste em ambientes com endpoints Gemini personalizados, agentes em background e compactação de sessão.

Antigravity CLI 1.1.13

Novidades

  • Antigravity CLI 1.1.13 — Gemini API: o CLI aceita GEMINI_API_KEY com modelProvider: "gemini" em settings.json e permite apontar GOOGLE_GEMINI_BASE_URL para um endpoint personalizado.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Tarefas de agentes declarativos: agentes declarativos que mantêm os componentes fundamentais podem usar manage_task para listar e encerrar suas próprias tarefas em background.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Terminal: o Cloud Shell ativa um modo de renderização conservador quando detecta o tratamento incompatível das sequências de cursor.

Melhorias

  • Antigravity CLI 1.1.13 — Busca e artifacts: /codesearch recorre à busca local quando o binário ripgrep não pode ser executado, e a lista de artifacts reutiliza o número de linhas da prévia para reduzir leituras repetidas do disco.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Sessões: o seletor /resume abre sessões grandes mais rapidamente, diferencia melhor a segunda aba e usa f4 para excluir uma sessão, corrigindo a inconsistência de ctrl+delete em terminais do macOS.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Segurança do ripgrep: binários extraídos ficam no cache do usuário, com verificação SHA-256 baseada no conteúdo e renomeação atômica para reduzir execução concorrente com arquivo incompleto.

Correções

  • Antigravity CLI 1.1.13 — Gemini API: a rota direta deixa de parar na tela de login e remove da requisição o campo de sessão que endpoints personalizados não precisam suportar.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Sessões e transcripts: o /resume preserva sessões ao alternar abas, a compactação deixa de descartar histórico protegido, o banco de sessões não duplica configurações a cada wake e o transcript continua válido quando uma mensagem chega durante a compactação.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Sandbox: uma configuração de sandbox que não conclui deixa de silenciar as mensagens seguintes da sessão.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Agentes e artifacts: nomes de subagentes não podem escapar da pasta de artifacts, prévias com CJK ou emoji não deformam a lista, Esc não repete confirmações de reviews concluídas e as chamadas de ferramentas voltam a exibir seu nome em grupos recolhidos ou expandidos.

Ponto de Atenção

  • Antigravity CLI 1.1.13 — Teste sugerido: configure GEMINI_API_KEY e um endpoint Gemini de teste. Execute /codesearch sem ripgrep, retome uma sessão em abas diferentes e valide a criação de um subagente com nome contendo caracteres fora do padrão permitido.
  • Antigravity CLI 1.1.13 — Sandbox e transcripts: provoque uma interrupção durante a configuração do sandbox e uma mensagem durante a compactação da sessão. Confirme que a sessão continua respondendo e que o transcript permanece um JSON válido.

Notas da versão

  • Antigravity CLI 1.1.13 — Cobertura: a publicação reúne mudanças na API do Gemini, busca, artifacts, agentes, sessões, sandbox, persistência e interface de ferramentas.

Atualizações em n8n

O n8n publica duas versões com uma linha comum de compatibilidade. A 2.34.6 concentra correções no fluxo de erro e nas integrações do Google Ads e do Microsoft Teams; a 2.35.3 acrescenta a aprovação contextual do Instance AI e limita o processamento do publication outbox.

n8n 2.34.6

Novidades

A publicação não anuncia recurso novo.

Melhorias

As notas técnicas não registram melhoria independente nesta versão.

Correções

  • n8n 2.34.6 — continueErrorOutput: o modo aceita o campo details nas informações encaminhadas pelo fluxo de erro.
  • n8n 2.34.6 — Google Ads Node: a integração migra da API v21, que entrou em sunset, para a API v25.
  • n8n 2.34.6 — Microsoft Teams Node: o escopo OAuth2 Group.ReadWrite.All volta a ser solicitado pela integração.

Ponto de Atenção

  • n8n 2.34.6 — Teste sugerido: execute um workflow com continueErrorOutput e confira details. Valide uma operação do Google Ads com a API v25 e confirme o consentimento OAuth2 do Microsoft Teams.

Notas da versão

  • n8n 2.34.6 — Escopo: as notas concentram três correções de compatibilidade em workflows e integrações.

n8n 2.35.3

Esta versão combina uma mudança de aprovação com ajustes de processamento e integração. O comportamento novo fica restrito a workflows criados na mesma sessão do Instance AI, enquanto as correções atualizam o caminho do publication outbox, os templates de demonstração e os conectores já presentes no n8n.

Novidades

  • n8n 2.35.3 — Instance AI: workflows criados na mesma sessão do Instance AI podem pular a aprovação de atualização.

Melhorias

As notas técnicas não registram melhoria independente nesta versão.

Correções

  • n8n 2.35.3 — continueErrorOutput: o modo aceita o campo details nas informações encaminhadas pelo fluxo de erro.
  • n8n 2.35.3 — Publication outbox: o processamento dos registros recebe um prazo de interrupção, evitando que uma publicação permaneça sem limite de execução.
  • n8n 2.35.3 — Templates de demonstração: os templates prontos para execução usam um modelo atual da OpenAI.
  • n8n 2.35.3 — Google Ads Node: a integração migra da API v21, que entrou em sunset, para a API v25.
  • n8n 2.35.3 — Microsoft Teams Node: o escopo OAuth2 Group.ReadWrite.All volta a ser solicitado pela integração.

Ponto de Atenção

  • n8n 2.35.3 — Teste sugerido: crie um workflow na mesma sessão do Instance AI e confirme o fluxo de atualização. Depois, execute um cenário com continueErrorOutput, valide o prazo do publication outbox e teste o consentimento OAuth2 do Microsoft Teams.

Notas da versão

  • n8n 2.35.3 — Escopo: as notas concentram uma mudança de aprovação e correções em processamento interno, templates e integrações.

Atualizações em Next.js

O Next.js v16.3.1-canary.19 reúne três publicações canary com mudanças no renderizador de metadata, no cache de imagens e no Turbopack. A sequência também atualiza a referência do React e amplia a cobertura de rotas, adapters e testes; como se trata de uma versão canary, a validação deve acontecer em um projeto separado.

Next.js v16.3.1-canary.19

Novidades

  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Renderização de metadata: o renderizador adota SelectedMetadata para organizar a seleção de metadata.

Melhorias

  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Turbopack: a sequência amplia a cobertura de testes para imports com wildcard, documentação de chunk_item_content, helpers de WASM incorporados e preparação de módulos de rota.
  • Next.js v16.3.1-canary.19 — React: a publicação atualiza a referência do React para uma revisão mais recente da série usada pelo canary.
  • Next.js v16.3.1-canary.19 — App Router e adapters: a sequência amplia o rastreamento de NFTs do servidor quando output: 'standalone' é usado com um adapter e ajusta a validação de exports do app.

Correções

  • Next.js v16.3.1-canary.19 — next/image: imagens vazias não são aceitas na leitura e na escrita do cache em disco.
  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Turbopack: manifests obsoletos de rotas removidas são descartados, e a geração de código inalcançável recebe uma implementação mais genérica.
  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Rotas e runtime: a sequência corrige a preparação, o carregamento e o rastreamento de módulos de rota, além de atualizar dependências de satori e @vercel/og.

Ponto de Atenção

  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Teste sugerido: valide o cache de next/image com entrada vazia, rotas removidas e um projeto com Turbopack. Depois confira uma aplicação com output: 'standalone' e adapter antes de promover a versão canary.

Notas da versão

  • Next.js v16.3.1-canary.19 — Publicações mescladas: as notas combinam as canaries v16.3.1-canary.17, v16.3.1-canary.18 e v16.3.1-canary.19, com mudanças concentradas no Turbopack, no App Router, em metadata, imagens e testes.

Atualizações em OpenScreen

O OpenScreen v1.9.5 consolida as correções das release candidates do ciclo. A publicação concentra a validação na continuidade da gravação, na captura por GPU no Windows, no empacotamento e na documentação dos testes, sem perder as correções do editor e dos fragmentos no macOS.

OpenScreen v1.9.5

Novidades

A publicação não anuncia recurso novo.

Melhorias

  • OpenScreen v1.9.5 — Testes e documentação: a documentação delimita o que o input injetado consegue demonstrar e orienta a verificação binária no Windows. Também esclarece o comportamento de click-through no macOS e registra os ciclos de regressão da publicação.
  • OpenScreen v1.9.5 — Encode e gravação: o caminho de encode por GPU pode usar fallback por CPU, o encode deixa de ocupar o frame lock e a aplicação grava MP4 fragmentado para preservar o arquivo quando um helper é encerrado antes do fim.
  • OpenScreen v1.9.5 — Empacotamento: o AppImage inclui libgomp, o runtime OpenMP chega com os backends ggml no Windows e o build aceita empacotamento em uma distribuição mais nova que a versão mínima.

Correções

  • OpenScreen v1.9.5 — Gravação interrompida: uma gravação deixada por uma parada com falha pode ser aberta e reproduzida.
  • OpenScreen v1.9.5 — Importação no editor: uma gravação é importada uma única vez, preservando o projeto salvo quando ele é reaberto.
  • OpenScreen v1.9.5 — Fragmentos no macOS: fragmentos deixam de carregar um offset que o formato não consegue representar.
  • OpenScreen v1.9.5 — Falhas de escrita: os dois eventos de falha do writer são separados, com a taxa registrada para a análise do problema.
  • OpenScreen v1.9.5 — Captura no Windows: o caminho DXGI, a compatibilidade com DPI, o ritmo do loop e a leitura de outputs recebem correções; o aplicativo também diferencia ausência de outputs de falha na leitura.
  • OpenScreen v1.9.5 — Câmera e áudio: a detecção de câmera usa uma condição compartilhada, o export identifica o arquivo aberto pelo decoder de webcam e a escrita de áudio recebe um breadcrumb próprio.
  • OpenScreen v1.9.5 — Publicação: os fluxos do Microsoft Store, WinGet, Homebrew e Flatpak registram o resultado real e deixam de ocultar falhas de publicação ou referências inválidas.

Ponto de Atenção

  • OpenScreen v1.9.5 — Teste sugerido: interrompa uma gravação de forma que a parada falhe, abra o arquivo resultante e reabra um projeto importado. No macOS, valide a reprodução de fragmentos e confira os registros do ciclo de regressão da publicação.

Notas da versão

  • OpenScreen v1.9.5 — Escopo: a publicação estável mescla as notas técnicas das release candidates v1.9.5-rc.1 e v1.9.5-rc.2, com foco em captura, gravação, empacotamento e distribuição.

OpenScreen v1.9.5-rc.2

Novidades

A publicação não anuncia recurso novo.

Melhorias

  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Testes e documentação: a documentação delimita o que o input injetado consegue demonstrar e orienta a verificação binária no Windows. Também esclarece o comportamento de click-through no macOS e registra os ciclos de regressão da release candidate.

Correções

  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Gravação interrompida: uma gravação deixada por uma parada com falha pode ser aberta e reproduzida.
  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Importação no editor: uma gravação é importada uma única vez, preservando o projeto salvo quando ele é reaberto.
  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Fragmentos no macOS: fragmentos deixam de carregar um offset que o formato não consegue representar.
  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Falhas de escrita: os dois eventos de falha do writer são separados, com a taxa registrada para a análise do problema.

Ponto de Atenção

  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Teste sugerido: interrompa uma gravação de forma que a parada falhe, abra o arquivo resultante e reabra um projeto importado. No macOS, valide a reprodução de fragmentos e confira os registros do ciclo de regressão da release candidate.

Notas da versão

  • OpenScreen v1.9.5-rc.2 — Escopo: a release candidate concentra correções de gravação e uma revisão da documentação de testes para Windows e macOS.

Atualizações em Paperclip

O Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 restaura uma ação importante no task view redesenhado e amplia a cobertura de integrações, sessões, browser, terminal e controle de versão. A publicação também corrige o onboarding, a composição móvel e os tokens de estilo, por isso a validação precisa atravessar interface e ambientes remotos.

Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6

Novidades

  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Task view: mensagens enfileiradas voltam a exibir a ação Interrupt, vinculada à execução exata que aguarda a mensagem.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Bitbucket e GitHub: a interface conecta Bitbucket e cria pull requests, além de criar pull requests empilhadas no GitHub.

Melhorias

  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Interface móvel: o composer ocupa a largura do task thread em telas menores, preserva uma largura mais estreita no desktop e permite que placeholders longos quebrem linha.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Terminal e browser: ações de link, recuperação de panes e importação de cookies preservam melhor o host, o foco e o estado da sessão.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Orquestração: leituras federadas usam o canal de controle compartilhado, e a conclusão e a limpeza dos workers recebem coordenação única.

Correções

  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Onboarding: o wizard deixa de restaurar estado de outra empresa e corrige o select de adapter invisível e desabilitado.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Sessões e agentes: sessões OpenCode ficam detectáveis, hooks do Windows deixam de assumir stdin sem validação e o restore de sessões do Claude preserva seletores válidos.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Browser: o fluxo de login direto do Google orienta o fluxo após a importação de cookies, evita reintroduzir cookies depois de uma falha parcial e desativa FedCM sem suporte.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Windows e WSL: o startup restaura o PATH, preserva argumentos e flags encaminhados e mantém as formas de caminho entre barras em links UNC.
  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Tokens de estilo: sombras, gradientes e estados de aprovação deixam de usar wrappers HSL inválidos, com testes e um token gate para impedir o retorno do padrão.

Ponto de Atenção

  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Teste sugerido: abra um task view redesenhado com uma execução ativa, enfileire uma mensagem e confirme que Interrupt encerra somente a execução-alvo. Depois valide o composer em mobile, o login direto do Google, um workspace remoto e a criação de pull requests no Bitbucket e no GitHub.

Notas da versão

  • Paperclip canary/v2026.814.0-canary.6 — Publicações mescladas: a origem reúne sete canaries do dia e inclui testes de regressão para mensagens enfileiradas, onboarding, tokens, terminal, browser, agentes e controle de versão.

Atualizações em Orca

O Orca v1.4.183-rc.0 amplia a cobertura de servidores remotos e integrações de controle de versão, com atenção especial à recuperação de panes, ao encaminhamento de links e à importação de cookies. Como release candidate, a publicação requer validação em homologação antes de chegar a fluxos cotidianos.

Orca v1.4.183-rc.0

Novidades

  • Orca v1.4.183-rc.0 — Workspace: o sidebar recebe um botão para voltar ao topo em listas com rolagem extensa.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — GitHub e Bitbucket: a interface conecta Bitbucket e cria pull requests, além de criar pull requests empilhadas no GitHub.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Terminal: o popover de links ganha uma ação para copiar o endereço.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Mobile: o editor Markdown oferece uma forma de dispensar o teclado.

Melhorias

  • Orca v1.4.183-rc.0 — Servidores remotos: browser, terminal, workspaces e ações de criação usam o provider e o host responsáveis, preservando ownership, foco e navegação ao recuperar uma sessão.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Orchestration: leituras federadas usam o canal de controle compartilhado, e a conclusão e a limpeza de workers recebem uma coordenação única.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Windows e WSL: a inicialização restaura o PATH, preserva argumentos e flags encaminhados pelo WSL e mantém as formas de caminho entre barras quando o editor e os links UNC são usados.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Browser: o fluxo de login direto do Google orienta o fluxo depois da importação de cookies, preserva uma identidade entre hosts e diferencia o conjunto de cookies que pode ser importado.

Correções

  • Orca v1.4.183-rc.0 — Terminal remoto: panes recuperados preservam o conteúdo pintado quando o snapshot não traz imagem, links apontam para o host dono e o terminal deixa de expor erro de socket quando o host está indisponível.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Agents: sessões do OpenCode tornam-se detectáveis, hooks do Windows deixam de assumir stdin sem validação e o restore de sessões do Claude preserva seletores válidos.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Interface: artifacts, feedback, settings, automações, quick commands, seleção de teclado e sugestões de emoji recebem correções de estado, foco, espaçamento e leitura.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Browser e cookies: a limpeza em lote deixa de reintroduzir cookies depois de uma falha parcial, preserva cookies particionados do Google e desativa FedCM quando o ambiente não oferece suporte.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — GitHub: a interface falha de forma fechada quando os metadados de uma stack não estão disponíveis, ordena comentários agrupados do mais novo para o mais antigo e trata a resolução de threads como confirmação principal.

Ponto de Atenção

  • Orca v1.4.183-rc.0 — Teste sugerido: valide um workspace remoto com browser pareado, um terminal recuperado sem imagem no snapshot, a inicialização no Windows e no WSL, uma operação de login direto do Google e a criação de uma pull request empilhada.
  • Orca v1.4.183-rc.0 — Release candidate: execute a validação em ambiente de homologação, com atenção a hosts remotos, importação de cookies, integrações de controle de versão e sessões de agentes.

Notas da versão

  • Orca v1.4.183-rc.0 — Cobertura: as notas organizam mudanças em Remote server / SSH, UI / workspace, orchestration, agents, Windows / WSL, terminal, browser, GitHub / source control, performance, mobile e testes.

Atualizações em Spec Kit

O Spec Kit v0.16.4 amplia o catálogo comunitário e adiciona uma integração do Mistral Vibe. As correções atravessam a validação de workflows, o bundler, autenticação, manifests e execução no PowerShell, por isso o teste do CLI deve combinar instalação, catálogo e um projeto inicializado.

Spec Kit v0.16.4

Novidades

  • Spec Kit v0.16.4 — Catálogo comunitário: o catálogo recebe os presets SpecAssay, Architecture Governance e as extensões SpecAssay Check, SpecJudge e spec-kit-atlas.
  • Spec Kit v0.16.4 — Integração: o Mistral Vibe ganha uma integração com paridade de recursos do Claude.

Melhorias

  • Spec Kit v0.16.4 — Presets de governança: o Intake Authoring Governance é atualizado para a v0.3.1, o Superspec para a v1.0.2 e o Agent Parity Governance para a v0.4.2.
  • Spec Kit v0.16.4 — Segurança da automação: o workflow de submissão comunitária restringe as saídas permitidas e a dependência github/codeql-action avança da v4.37.5 para a v4.37.6.

Correções

  • Spec Kit v0.16.4 — Tasks to issues: a expressão regular de IDs de tarefas aceita números com mais de três dígitos.
  • Spec Kit v0.16.4 — Workflows: os workflows validam tipos de etapa que não são strings.
  • Spec Kit v0.16.4 — Integrações: comandos do Goose são encaminhados por goose run.
  • Spec Kit v0.16.4 — PowerShell: Out-Null deixa de ocultar as linhas de status de AVAILABLE_DOCS.
  • Spec Kit v0.16.4 — Estado e manifest: a condição de corrida em RunState.load é removida, e o manifest compactado é decodificado como UTF-8 antes do parsing.
  • Spec Kit v0.16.4 — Integrações e autenticação: falhas de atualização do progress tracker são registradas, o bundler usa o campo autoritativo default_integration e padrões exatos de host são tratados literalmente.

Ponto de Atenção

  • Spec Kit v0.16.4 — Teste sugerido: instale o CLI com a tag v0.16.4, inicialize um projeto e valide o catálogo comunitário. Execute workflows com etapas não textuais, um ID de tarefa longo, uma integração Goose e um comando PowerShell que exponha AVAILABLE_DOCS.

Notas da versão

  • Spec Kit v0.16.4 — Escopo: a publicação combina extensões de catálogo, presets de governança, uma integração de modelo e correções no ciclo de execução do CLI.

O fechamento técnico do dia é direto: valide primeiro a disponibilidade das ferramentas de tarefas e as integrações do Claude Code, depois a autenticação e a persistência do Antigravity CLI, a aprovação do Instance AI e os escopos OAuth2 do n8n, o cache de imagens e o Turbopack do Next.js, a gravação do OpenScreen, o catálogo do Spec Kit, as ações enfileiradas do Paperclip e, por fim, os fluxos remotos, de browser e de controle de versão do Orca. Essa sequência separa as superfícies alteradas e facilita localizar a origem de uma falha durante a homologação.

Para aprofundar esses temas com orientação e aplicação, conheça as formações da Promovaweb.

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