O build de 16 de julho reúne oito releases de seis sistemas. As mudanças mais verificáveis estão nas permissões das ferramentas de terminal, na execução de workflows por MCP e na continuidade de processos locais durante reinícios do Paperclip.
antigravity-cli
Antigravity CLI 1.1.3
Novidades
- Antigravity CLI 1.1.3 — Busca no código:
/codesearch,/cse/searchpesquisam o workspace com expressões regulares, busca literal e filtros de arquivo. - Antigravity CLI 1.1.3 — Seleção no terminal: o modo sem cintilação copia texto sem códigos ANSI ao soltar o mouse.
- Antigravity CLI 1.1.3 — Compactação da sessão: a interface exibe um indicador visual quando compacta trechos do histórico.
Melhorias
- Antigravity CLI 1.1.3 — Inicialização interativa: as skills carregam de forma assíncrona e as customizações compartilham varreduras de diretório com cache.
- Antigravity CLI 1.1.3 — Erros de elegibilidade: o aviso aparece no campo de entrada com a URL de verificação correspondente.
Correções
- Antigravity CLI 1.1.3 — Execução headless: ferramentas sujeitas a confirmação recebem recusa controlada em
-p, acompanhada da permissão necessária no stderr. - Antigravity CLI 1.1.3 — Escrita fora do workspace: o modo de avanço automático já não aprova gravações externas ao diretório autorizado.
- Antigravity CLI 1.1.3 — Servidores MCP: conexão, listagem e chamada recebem timeout para conter esperas indefinidas.
- Antigravity CLI 1.1.3 — Sessões extensas: a reconstrução do índice já não amplia o uso de CPU a cada atualização.
- Antigravity CLI 1.1.3 — Autenticação no Linux: hosts headless e containers sem D-Bus já não abrem solicitações repetidas de login pelo chaveiro do sistema.
Breaking changes
A origem pública não declara quebra de compatibilidade, embora scripts headless apoiados na aprovação automática indevida possam receber recusa após a atualização. Essa diferença deve aparecer logo na primeira ferramenta sujeita a confirmação.
Ponto de Atenção
- Antigravity CLI 1.1.3 — Permissões headless: revise execuções com
-pque chamam ferramentas sujeitas a confirmação. - Antigravity CLI 1.1.3 — Teste sugerido: tente uma ferramenta confirmável em
-pe uma gravação fora do workspace, conferindo as duas recusas no terminal.
Notas da versão
- Antigravity CLI 1.1.3 — Escopo da versão: a publicação concentra recursos de interface e correções de permissão, renderização, autenticação e integração MCP.
codex
Codex rust-v0.144.5
Novidades
A origem pública não anuncia nenhum recurso novo, pois o patch se limita à avaliação de comandos destrutivos no núcleo. O comportamento visível aparece somente quando uma instrução de remoção recebe a nova recusa.
Melhorias
- Codex rust-v0.144.5 — Motivo da recusa: mensagens associadas a comandos negados explicam com mais clareza a proteção aplicada.
Correções
- Codex rust-v0.144.5 — Comandos destrutivos: a detecção reconhece mais variações forçadas de
rme recusa a execução perigosa.
Breaking changes
A origem pública não informa quebra formal, embora scripts com formas forçadas de rm não reconhecidas anteriormente possam receber recusa. A mensagem exibida permite localizar essa mudança durante a revisão da automação.
Ponto de Atenção
- Codex rust-v0.144.5 — Automação com remoção: revise scripts autorizados que apagam diretórios e limite os caminhos permitidos.
- Codex rust-v0.144.5 — Teste sugerido: tente uma forma forçada de
rmem diretório temporário descartável e confirme a recusa sem remoção.
Notas da versão
- Codex rust-v0.144.5 — Escopo do patch: a publicação contém uma correção de segurança e não detalha outras mudanças.
Codex rust-v0.145.0-alpha.16
Novidades
A origem pública registra nove tags alpha, do oitavo ao décimo sexto pré-lançamento, sem descrever recursos verificáveis. A sequência de versões informa publicação contínua, mas não explica comportamento, configuração ou compatibilidade.
Melhorias
A origem pública não detalha nenhuma melhoria nas nove publicações, portanto não há base técnica para atribuir mudança de desempenho ou de uso. Qualquer diferença observada precisa ser comparada com uma tarefa conhecida e repetível.
Correções
A origem pública não descreve nenhuma correção nessa sequência, por isso uma comparação prática precisa repetir uma tarefa conhecida para revelar diferenças. O resultado deve ser confrontado com a versão estável usada no mesmo ambiente isolado.
Breaking changes
A origem pública não informa quebra de compatibilidade, e a falta de notas também não confirma equivalência com a versão estável. Dependências de automação e formato de sessão precisam permanecer fora de ambientes compartilhados durante a comparação.
Ponto de Atenção
- Codex rust-v0.145.0-alpha.16 — Origem limitada: use esta versão somente como pré-lançamento em ambiente isolado.
- Codex rust-v0.145.0-alpha.16 — Teste sugerido: repita uma tarefa conhecida com ferramentas, revisão dos arquivos alterados e retomada de sessão.
Notas da versão
- Codex rust-v0.145.0-alpha.16 — Série mesclada: a captura reúne alpha.8 até alpha.16, todas publicadas em 16 de julho.
copilot-cli
Copilot CLI v1.0.71
Novidades
- Copilot CLI v1.0.71 — Dispositivo de voz:
/voice devicespermite escolher o microfone e preservar a seleção. - Copilot CLI v1.0.71 — Marketplaces de plugins:
plugins marketplacepermite administrar fontes de plugins. - Copilot CLI v1.0.71 — Worktrees:
/worktreepreserva alterações locais na origem, enquanto/movetransfere esses arquivos. - Copilot CLI v1.0.71 — Canvas na CLI: extensões podem abrir interações baseadas em canvas no terminal.
Melhorias
- Copilot CLI v1.0.71 — Sessões extensas: a memória usada pela sessão é renovada após trinta minutos, e a barra lateral preserva sessões entre reinícios.
- Copilot CLI v1.0.71 — Ferramentas MCP: a lista de ferramentas acompanha alterações nos servidores durante a sessão.
- Copilot CLI v1.0.71 — Subagentes: o seletor preserva esforço de raciocínio e faixa de memória ao ser reaberto.
Correções
- Copilot CLI v1.0.71 — Autopilot headless:
copilot -p --autopilotrespeitaCOPILOT_TASK_WAIT_TIMEOUT_SECONDSquando um processo permanece ativo após o turno. - Copilot CLI v1.0.71 — Configuração inválida: a inicialização identifica o campo incorreto de
settings.json. - Copilot CLI v1.0.71 — Sandbox e LSP: leituras e renomeações respeitam a política do sistema de arquivos.
- Copilot CLI v1.0.71 — Plan mode: ferramentas internas capazes de alterar o workspace ficam indisponíveis durante o planejamento.
- Copilot CLI v1.0.71 — Exportação compartilhada:
--sharee--share-gistretornam código de falha quando a exportação não termina corretamente.
Breaking changes
A publicação não declara quebra formal, embora a separação entre /worktree e /move, a redução do limite padrão de subagentes e as restrições do plan mode modifiquem comportamentos usados por rotinas existentes. Esses três pontos podem ser conferidos diretamente em uma sessão temporária com arquivo alterado.
Ponto de Atenção
- Copilot CLI v1.0.71 — Ferramentas externas no plan mode: a restrição cobre ferramentas internas, enquanto integrações MCP e ferramentas externas podem permanecer disponíveis.
- Copilot CLI v1.0.71 — Teste sugerido: inicie
copilot -p --autopilotcom um processo extenso, confira o timeout e valide/worktreee/movecom um arquivo alterado.
Notas da versão
- Copilot CLI v1.0.71 — Releases mesclados: a captura reúne a versão estável e quatro pré-lançamentos publicados entre 10 e 16 de julho.
gemini-cli
Gemini CLI v0.52.0-nightly.20260716.g3ff5ba20f
Novidades
A tag de 16 de julho não anuncia nenhum recurso novo. Os recursos do Caretaker presentes na captura pertencem a nightlies anteriores.
Melhorias
A origem pública não separa nenhuma melhoria da correção A2A, enquanto as mudanças de autenticação, privacidade e arquivos do workspace pertencem a publicações anteriores. O release diário mantém somente a alteração que chegou com a tag de 16 de julho.
Correções
- Gemini CLI v0.52.0-nightly.20260716.g3ff5ba20f — Respostas A2A canceladas: o núcleo agrupa retornos de ferramentas canceladas e combina papéis consecutivos para evitar
400 Bad Request.
Breaking changes
A origem pública não informa quebra de compatibilidade, mas a condição de nightly exige conferência isolada nas integrações A2A. O teste precisa reproduzir cancelamentos consecutivos e observar o histórico enviado ao servidor.
Ponto de Atenção
- Gemini CLI v0.52.0-nightly.20260716.g3ff5ba20f — Cancelamento A2A: confira integrações que cancelam várias ferramentas na mesma execução.
- Gemini CLI v0.52.0-nightly.20260716.g3ff5ba20f — Teste sugerido: cancele duas chamadas consecutivas e confirme que o histórico segue válido sem retorno HTTP 400.
Notas da versão
- Gemini CLI v0.52.0-nightly.20260716.g3ff5ba20f — Série mesclada: a captura inclui cinco nightlies, mas somente a tag de 16 de julho acrescenta a correção A2A descrita aqui.
n8n
n8n n8n@2.30.6
Novidades
A origem pública não anuncia nenhum recurso novo, pois o patch se limita à execução de workflows iniciados por MCP. A mudança fica visível na validação do modo informado pelo cliente.
Melhorias
A origem pública não separa nenhuma melhoria da correção principal, cujo escopo permanece no núcleo de execução. A interface e os nodes não recebem mudança descrita nessa publicação.
Correções
- n8n n8n@2.30.6 — Execução por MCP: chamadas de workflow iniciadas por MCP precisam informar o modo de execução.
Breaking changes
A origem pública não declara quebra formal, embora clientes MCP que omitiam o modo possam receber erro após a atualização. A resposta da API deve indicar a ausência do campo durante o teste de integração.
Ponto de Atenção
- n8n n8n@2.30.6 — Integrações MCP: revise clientes que iniciam workflows e confirme o modo esperado pela API.
- n8n n8n@2.30.6 — Teste sugerido: faça uma chamada com o modo preenchido e repita sem o campo para conferir a validação.
Notas da versão
- n8n n8n@2.30.6 — Escopo do patch: a fonte registra uma correção para execuções de workflow por MCP.
n8n n8n@2.31.2
Novidades
A origem pública não anuncia nenhum recurso novo, pois as duas mudanças corrigem o núcleo e a interface. O comportamento pode ser conferido nos seletores e nas chamadas de workflow por MCP.
Melhorias
A origem pública não separa nenhuma melhoria adicional, e os seletores voltam ao tamanho esperado após o ajuste visual. A revisão deve cobrir telas com estilos próprios para identificar sobreposição de CSS.
Correções
- n8n n8n@2.31.2 — Largura dos seletores: dropdowns já não recebem a alteração ampla de largura introduzida anteriormente.
- n8n n8n@2.31.2 — Execução por MCP: chamadas de workflow iniciadas por MCP precisam informar o modo de execução.
Breaking changes
A origem pública não declara quebra formal, embora clientes MCP que omitiam o modo possam receber erro e precisem enviar o campo correspondente. O mesmo ajuste de validação também aparece no ramo estável anterior publicado nesta data.
Ponto de Atenção
- n8n n8n@2.31.2 — Interface personalizada: confira telas com CSS próprio ou extensões que ajustam a largura dos dropdowns.
- n8n n8n@2.31.2 — Teste sugerido: abra seletores em diferentes telas e inicie um workflow por MCP com o modo preenchido.
Notas da versão
- n8n n8n@2.31.2 — Escopo do patch: a fonte registra uma correção visual e uma validação no núcleo MCP.
paperclip
Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8
Novidades
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Reinício controlado: um marcador de uso único sob
PAPERCLIP_HOMEpermite que o novo servidor adote processos locais ainda ativos. - Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Relatório de recuperação:
GET /companies/:companyId/recovery-observabilityapresenta taxas semanais, causas, alertas e destino das ações de recuperação. - Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Prova de versão: o endpoint de saúde inclui
serverVersionjunto do campoversion.
Melhorias
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Adoção de processos:
hot-restart-report.jsonregistra processos adotados, finalizados ou perdidos após o reinício. - Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Diagnóstico do Codex: o monitor registra trechos e bytes recebidos, além dos eventos JSONL interpretados.
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Janela de recuperação: consultas do relatório ficam limitadas a 104 semanas.
Correções
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Rotas com prefixo: Export, Import, Org Chart e Cloud Upstream preservam o prefixo da empresa.
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Watchdog do Codex: qualquer saída não vazia em stdout ou stderr renova o monitor de inatividade.
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Estado após reinício: a limpeza de execuções órfãs preserva o estado dos processos adotados em vez de classificá-los como
process_lost.
Breaking changes
A origem pública não declara quebra formal, embora o reinício controlado dependa de metadados de PID e PGID e de um gerenciador de serviço que mantenha processos filhos ativos durante a troca. Ambientes que encerram todos os filhos continuarão usando a drenagem normal.
Ponto de Atenção
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Marcador de reinício: um PID incorreto aciona a drenagem normal em vez da adoção de processos.
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Relatório histórico: a classificação pode mudar quando a atribuição atual da issue diverge do estado observado no período original.
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Teste sugerido: inicie um processo local longo, grave o marcador, reinicie
paperclip.servicee confira o relatório, o endpoint de saúde e a continuidade da execução.
Notas da versão
- Paperclip canary/v2026.716.0-canary.8 — Série mesclada: a captura reúne canary.0 até canary.8, todas publicadas em 16 de julho.
As publicações de 16 de julho exigem testes pequenos e observáveis. As mudanças de permissão devem ser conferidas em diretórios descartáveis, enquanto as integrações MCP e o reinício do Paperclip precisam expor o modo de execução, o relatório e o estado final de cada processo.